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09/06/2022 Artigo

A dificuldade em engravidar pode gerar medo em procurar ajuda profissional, principalmente pelo diagnóstico de infertilidade. Mas postergar essa procura pode comprometer o sonho de ter um filho. Neste artigo eu te explico sobre quando é a melhor hora de buscar ajuda médica.

A hora de procurar ajuda

O melhor momento para buscar respostas sobre infertilidade é após 12 meses de relações sexuais sem o uso de nenhum contraceptivo. Mas se a mulher estiver acima dos 35 anos, é ideal que o casal busque o atendimento após seis meses de tentativas frustradas. 

Os médicos estipulam esse período de 6 a 12 meses para garantir uma boa chance de sucesso caso o diagnóstico de infertilidade venha a acontecer. Nesse sentido, existem algumas opções como a Fertilização in Vitro, o coito programado e a inseminação artificial. Inclusive, todos esses tratamentos são oferecidos aqui na minha clínica. 

Entenda mais sobre a Fertilização in Vitro

E como saber se sou infertil?

Além desse primeiro momento em que você precisa observar por quanto tempo está tendo relações sexuais sem contraceptivo, existem exames que podem nos ajudar. O primeiro deles é o exame de sangue, ele vai verificar os níveis hormonais do casal. Também indico que a mulher passe por uma ultrassonografia transvaginal, dessa forma conseguimos avaliar a pélvis e procura por infecções ou doenças que também podem estar atrapalhando a concepção. E para o homem, também gosto de solicitar um espermograma para verificarmos a composição do sêmen e verificar sua fertilidade. 

Se você está em fase de engravidar, porém não está conseguindo, te convido a visitar a nossa página sobre esse assunto. Lá você pode entender melhor como funciona o meu trabalho e da minha equipe aqui na Nova Vitta. Também te convido a conhecer o meu canal no youtube, lá você encontra uma playlist totalmente dedicada aos casais que estão tentando engravidar.

Espero que esse artigo tenha sido útil e informativo para você!

CLIQUE AQUI PARA AGENDAR UMA CONSULTA


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18/03/2022 Artigo

O envelhecimento ativo é uma pauta que vem crescendo ano após ano e muito disso é devido ao aumento da expectativa de vida. Logo, mais e mais pessoas buscam formas não só de viver mais, mas de viver melhor. Neste artigo eu quero conversar mais com você sobre como isso é possível e quais são os pilares do envelhecimento ativo.

Envelhecer é sinônimo de vida

Quem me acompanha nas minhas redes sociais sabe que viver bem e por mais tempo é algo que construímos todos os dias. Mas essa construção não é fácil quando você não tem o apoio ou a informação correta. Por isso, em 2002 a O.M.S. lançou um material chamado “Envelhecimento ativo: uma política de saúde”. Feito justamente para nos ajudar a compreender essa fase e como ela pode ser sim sinônimo de qualidade de vida.

Segundo esse material, “envelhecimento ativo” é um processo de otimização que para uma melhor qualidade de vida ao longo do envelhecimento. Porém, esse processo deve iniciar antes da chegada da maturidade, para garantir melhor aproveitamento. Mas além de questões de saúde física, o guia do O.M.S. aponta que o bem estar mental precisa receber a devida atenção. Isso para que a pessoa consiga se manter ativa também em questões sociais e econômicas da sua comunidade.

Autonomia e independência

Falando em bem estar físico e mental, é importante lembrarmos sobre a importância da autonomia. Provavelmente você já se deparou, na sua família ou na sua comunidade, como pessoas acima dos 60 anos que dependem integralmente de pessoas mais jovens ou cuidados especiais. Muito disso é derivado de uma forte degeneração do corpo e da mente, além dos preconceitos sociais de ligarem diretamente a maturidade à “inutilidade”. 

Mas para que as pessoas possam manter sua autonomia e liberdade é necessário que elas tenham boas condições de vida. Por exemplo, a prática de exercícios físicos aliada a uma alimentação equilibrada podem melhorar (e muito) a forma como o seu corpo responde a chegada da idade. Inclusive, tem um artigo aqui no blog especialmente sobre a relação entre a prática de atividade física e o envelhecimento, você pode conferir clicando aqui.

Os pilares do envelhecimento ativo

Aqui abaixo eu listo quais os pilares para um envelhecimento ativo, olha só:

  • Autonomia: o ato de poder tomar as próprias decisões e poder viver a vida de forma que melhor lhe convém.
  • Independência: poder executar suas tarefas diárias sozinho sem necessitar de auxílio.
  • Qualidade de vida: viver de forma digna e plena dentro da sua comunidade e costumes. Além disso, ter uma boa relação com a mente e corpo.
  • Expectativa de vida saudável:  poder viver sem limitações físicas impostas por maus hábitos ou más condições de vida.

Espero que esse artigo tenha sido informativo para você. Abaixo eu também deixo um vídeo falando mais sobre alimentação durante o climatério, é só dar play.

Existe uma DIETA IDEAL PARA A MENOPAUSA? | Dra Patricia Bretz


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17/02/2022 Artigo

Cada profissional tem o seu processo de atendimento personalizado. Por isso, hoje eu gostaria de te falar um pouco mais sobre como é o atendimento na Nova Vitta, minha clínica. Assim você já sabe o que esperar quando vier fazer a sua consulta.

O QUE É UM ATENDIMENTO PERSONALIZADO

Você já deve ter ido em uma consulta médica na qual foi examinado em 5 minutos. E ainda, quando saiu não tinha nenhum direcionamento e estava cheio de perguntas. 

Esse tipo de atendimento é aquilo que você deve fugir! A medicina é muito mais do que apenas tratar sintomas. A verdadeira medicina é sobre cuidar e orientar pessoas. E é isto que um atendimento personalizado propõe: conhecer você para buscar as melhores formas de tratar a sua saúde como um todo. 

Aliás, se você quiser ver como é a minha clínica, eu já fiz um vídeo de tour pela Nova Vitta, da só uma olhadinha:

Tour pela minha CLÍNICA GINECOLÓGICA | Dra Patricia Bretz

QUEM NÓS ATENDEMOS?

Embora a Nova Vitta fique em São Roque, eu tenho muito orgulho de dizer que recebo muitas pacientes de diversos lugares do Brasil. Todas buscando um atendimento médico que as veja além dos sintomas e doenças. Isso porque o meu maior objetivo como médica é te ver integralmente como uma pessoa, não apenas o seu problema.

Ah, mas aqui na clínica eu não entendo apenas mulheres! Eu recebo aqui muitos pacientes homens que me procuram pela minha especialidade em longevidade saudável.  E além disso, homens casados com mulheres que estão passando pelo climatério e buscam compreender melhor suas parceiras. 

COMO É O MEU ATENDIMENTO

Assim que você chega na clínica a nossa equipe de técnicos de enfermagem vai conversar com você sobre o porque você veio e o que você está buscando. Depois disso essa equipe irá fazer uma triagem com você, para sabermos o seu histórico e o seu atual estado de saúde.

Após nossa equipe te conhecer bem, fazermos um exame físico. Se você for mulher, será submetida a um ultrassom de mamas, ultrassom transvaginal. Isso tudo para eu e minha equipe sabermos certinho como anda a sua saúde. 

E só depois de todo esse protocolo que eu vou prescrever medicações e tratamentos para você. E mais: aqui na Nova Vitta cada paciente tem um tratamento diferente, já que você é única e merece ser tratada como tal. 

Se esse é o tipo de atendimento que você busca, é só clicar nesse link que eu vou ter o mais prazer em te atender!

Como funciona o ATENDIMENTO NA MINHA CLÍNICA? | Dra Patricia Bretz

 


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04/02/2022 Artigo

Você sabe identificar um orgasmo? Para algumas pessoas, pode ser fácil identificar os sinais do orgasmo feminino. Porém, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre este assunto. Preparei este artigo para explicar por que isso acontece e contar quais são os sinais mais comuns que você pode observar para conseguir identificar o orgasmo. Boa leitura!

Por que pode ser difícil identificar um orgasmo?

Infelizmente, nem toda mulher é capaz de identificar quando está chegando ao orgasmo. E isso pode acontecer por inúmeros motivos. Um exemplo é a falta de educação sexual ou mesmo o olhar conservador com que a sociedade olha para a sexualidade feminina. 

Muitas mulheres são ensinadas desde jovens a reprimir seus desejos e, como consequência, têm maior dificuldade de se sentirem seguras na hora da relação sexual. Além disso, essa educação conservadora também limita tudo relacionado ao prazer feminino, e faz com que muitas mulheres não explorem e conheçam seus corpos, e tenham medo ou vergonha de experimentar coisas novas com seus parceiros ou parceiras. 

Por isso, o meu conselho é que você tente se libertar aos poucos do medo e da vergonha, e comece a olhar para o você e para o seu corpo com mais carinho. Afinal, o prazer feminino também é uma forma de si e da sua autoestima.

No vídeo abaixo eu falo um pouco mais sobre a dificuldade que algumas mulheres têm em atingir o orgasmo e também explico como os hormônios podem influenciar nesta situação. Clique no play para assistir.

 

 

Leia também::: Passo a passo completo para ter uma boa saúde íntima.

 

5 sinais do orgasmo feminino

Antes de mais nada, é importante você saber que muitos sinais do orgasmo feminino são bastante particulares. Isso porque, assim como cada uma de nós é única, as sensações que temos ao sentir prazer também são. Os sinais que costumam ser comuns são:

  • O ritmo respiratório aumenta e você sente a respiração mais acelerada e ofegante. Isso acontece para ajudar no aumento da circulação sanguínea;
  • A frequência cardíaca aumenta, uma vez que os batimentos cardíacos se aceleram também para aumentar a circulação de sangue, principalmente nas zonas erógenas;
  • A temperatura corporal se eleva e você pode perceber seu rosto e outras partes do corpo avermelhadas;
  • A aparência da vulva muda, ficando mais inchada e avermelhada – inclusive o clitóris;
  • A lubrificação aumenta.

 

Além destes, algumas mulheres ainda podem sentir outros sinais. Por exemplo: pupilas dilatadas; mamilos enrijecidos e sensíveis; contrações involuntárias na vagina, útero e ânus; e até mesmo pequenos espasmos pelo corpo.

Mas lembre-se: é muito importante que você não compare os seus sinais com aqueles que as suas amigas sentem, por exemplo. Cada mulher é única! Além disso, evite ficar pensando sobre isso na hora da relação sexual, pois isso pode te deixar tensa e dificultar a chegada do orgasmo. E, claro, use camisinha.

 

Leia também::: O que considerar ao escolher um método anticoncepcional?

 

Gostou deste conteúdo? Espero que ele tenha respondido as suas dúvidas sobre os sinais do organismo feminimo. Mas, se você quiser saber mais sobre sexualidade e saúde feminina, e descobrir como ter uma longevidade saudável, vem conhecer o meu canal no Youtube.

Clique aqui para acessar. Toda terça e quinta tem um vídeo novo te esperando!

 

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Até o próximo artigo!


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28/01/2022 Artigo

A chegada da menopausa costuma despertar medo e ansiedade em muita gente. Afinal, crescemos ouvindo sobre as dificuldades que as ondas de calor e as alterações de humor podem acrescentar à nossa rotina e qualidade de vida. Mas você sabia que algumas pessoas vivem com ausência de sintomas na menopausa?

Preparei este artigo para explicar melhor como funcionam os sintomas que antecedem a chegada da última menstruação e por que nem todo mundo vai passar por eles. Boa leitura! 

 

Climatério ou menopausa?

Antes de falarmos sobre a ausência de sintomas na menopausa, é fundamental que você saiba a diferença entre climatério e menopausa. A menopausa é o nome que damos à última menstruação, que é o marco do fim da fase reprodutiva da vida da mulher.

Mas a preparação para esse momento inicia alguns anos antes, quando a mulher entra na transição menopausal, antigamente chamada de climatério. Podemos dizer que ele é um verdadeiro período de transição entre a fase reprodutiva e a fase não reprodutiva. Durante este período, inicia uma queda gradual na produção dos hormônios sexuais, como o estrogênio, a progesterona e a testosterona. 

O climatério é dividido em três fases: a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa. Cada uma destas fases tem características distintas e para saber mais sobre elas você pode ler um artigo que escrevi sobre este assunto clicando aqui

Se você está se perguntando onde entram os famosos sintomas, vou falar sobre eles no tópico seguinte.

 

Mas antes, para saber mais: clique aqui para conhecer os hormônios sexuais e entenda qual o seu papel na saúde feminina.

 

Os famosos sintomas da menopausa

Apesar de nos referirmos a eles como “sintomas da menopausa”, na verdade os sintomas iniciam já na perimenopausa, que é a primeira fase da transição antes da chegada da menopausa. 

É neste momento que começam as mudanças biológicas e hormonais que a mulher viverá ao longo de todo o climatério. Não existe uma idade fixa para a chegada da perimenopausa, mas a maioria das pessoas costuma sentir os primeiros sinais quando está na faixa dos 40 anos. 

Mas e os sintomas? Os mais comuns costumam ser:

  • Menstruação irregular;
  • Oscilações de humor;
  • Fogachos, também conhecidos como ondas de calor;
  • Insônia;
  • Ressecamento vaginal;
  • Queda na libido;
  • Sintomas urogenitais, como incontinência urinária ou dificuldade em esvaziar a bexiga, além de maiores chances de infecções na bexiga e na uretra;
  • Cansaço frequente;
  • Queda de cabelo; 
  • Aumento da gordura na região abdominal.

 

Ausência de sintomas na menopausa: é normal?

Você conhece alguém que passou ou está passando pela menopausa e não sentiu nenhum dos sintomas citados neste artigo? Pois saiba que a ausência de sintomas na menopausa, apesar de raro, é normal. 

Muitas pessoas, quando chegam ao climatério, apresentam sintomas bastante leves. Algumas até demoram a perceber que a transição chegou por não sentirem os sintomas mais comuns, como as ondas de calor. E cerca de 20% não tem sintoma nenhum. Ou seja, duas em cada dez mulheres têm ausência de sintomas na menopausa. Sortudas, não é?

Por que isso ocorre? Ainda não temos uma resposta exata, mas considerando que o histórico familiar é um elemento importante na saúde de forma geral e também influencia nos casos de menopausa precoce, ele pode ser uma das respostas.

 

Você sabia que todas as ações reguladoras do nosso corpo são feitas pelos nossos hormônios? Clique aqui ou na imagem e baixe de forma gratuita o meu e-book “Como o equilíbrio hormonal pode promover uma vida mais longeva?” Nele eu conto porque equilíbrio hormonal é essencial para o bom funcionamento do organismo e é diretamente responsável pela sua qualidade de vida e longevidade. 

 

Gostou deste conteúdo? Espero que ele tenha ajudado você a compreender melhor como funcionam o climatério e a menopausa. E se ficou alguma dúvida, é só clicar aqui para agendar o seu horário. 

 

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Até o próximo artigo!

 


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21/01/2022 Artigo

Qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça quando você pensa em como ter uma boa saúde íntima? Talvez você lembre da importância das consultas e exames de rotina. Ou então nos cuidados com a higiene. Mas na verdade, uma boa saúde íntima depende de vários fatores, que vou explicar neste artigo. Boa leitura!

 

Por que ter uma boa saúde íntima é importante?

Muita gente não sabe, mas ter uma boa saúde íntima é fundamental para o funcionamento do organismo como um todo. Ou seja, quando você descuida da sua saúde íntima, está correndo risco de prejudicar também outros órgãos e funções corporais importantes. Além disso, ainda pode piorar quadros de doenças já existentes e comprometer a sua qualidade de vida.

Para entender como isso acontece, a primeira coisa que você precisa saber é que a região íntima feminina possui formas de proteção natural. Isso não significa que você pode descuidar dela, mas também não pode exagerar nos cuidados. Achou complexo? Calma que eu vou explicar.

O primeiro tópico (e um dos mais importantes quando falamos em saúde íntima) é a higiene. Muitas mulheres não sabem como fazer a higiene íntima de forma correta. Por sua vez, existem aquelas que pecam pelo excesso e acabam mais prejudicando, do que ajudando.

 

Passo 1: como ter uma boa saúde íntima através da higiene

Como eu dizia, a higiene é fundamental para ter uma boa saúde íntima e a regra aqui é o equilíbrio!

A vagina possui a chamada flora vaginal. Ou seja, uma microbiota composta por bactérias e fungos que convivem em harmonia e contribuem para a saúde e proteção da região íntima. Porém, quando a flora vaginal entra em desequilíbrio, pode resultar em diversas complicações.

Um exemplo é o fungo Candida albicans, que quando começa a se reproduzir de forma anormal, causa uma doença chamada Candidíase, que tem como sintomas coceira e um corrimento branco espesso. 

Sendo assim, a melhor forma de fazer a higiene íntima é:

  • A limpeza deve ser feita na região da vulva, ou seja, na parte externa;
  • Dedique atenção especial às “preguinhas” que existem na pele dessa região. Elas podem acumular o esmegma, um resíduo branco formado por células epiteliais, óleo e gordura genital;
  • O ideal é realizar três higienizações por dia;
  • Você pode utilizar água e sabonetes neutros;
  • A duchinha pode ser utilizada, mas cuidado com a temperatura da água. Não pode ser muito quente;
  • Os sabonetes íntimos podem ajudar principalmente em casos de corrimentos, mas atenção: devem ser usados apenas na parte externa!
  • Não utilize sabonetes comuns em excesso na região da vulva, muito menos na parte interna da vagina. Por serem alcalinos, eles podem prejudicar o equilíbrio do pH e causar irritações;
  • Não utilize buchas, cotonetes ou qualquer outro material que possa machucar a região;
  • Da mesma forma, evite utilizar perfumes íntimos, papel higiênico ou absorventes perfumados.

 

Passo 2: outros cuidados importantes para ter uma boa saúde íntima

Além da higiene, também existem outros cuidados importantes que você pode incluir na sua rotina para ter uma boa saúde íntima. O primeiro deles é abrir mão dos protetores diários. Isso porque, além de deixarem a região abafada e atrapalharem a transpiração, o perfume que alguns protetores diários têm pode causar irritação na pele.

Outro item que merece atenção é a sua roupa íntima. Primeiro, ela precisa ser confortável e deixar a pele respirar. O indicado é dar preferência para peças de algodão, mas também existem outros tecidos que não impedem a transpiração da pele e são mais fáceis de higienizar.  

Além disso, esqueça aquela história de lavar a calcinha no chuveiro e deixar secando no box! Isso pode beneficiar a proliferação de microorganismos patogênicos, como fungos e bactérias. Também é importante fazer a higienização das peças com sabão neutro, como o de coco, para evitar possíveis alergias na pele pelos componentes do produto. 

 

No vídeo abaixo eu conto mais alguns segredos sobre a higiene íntima e os cuidados diários que você pode manter para ter uma boa saúde íntima.

 

Você sabia que o consumo de açúcar em excesso pode prejudicar a saúde íntima da mulher? Clique aqui para acessar um artigo onde eu explico conto como isso acontece. 

 

Passo 3: proteção e prevenção são fundamentais para ter uma boa saúde íntima

Esse tópico é praticamente autoexplicativo né? Ter uma boa saúde íntima também envolve o uso de proteção durante as relações sexuais. Afinal, somente métodos como a camisinha são capazes de prevenir a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). 

Além disso, outra forma muito importante de cuidar da sua saúde íntima é realizando acompanhamento ginecológico. Não deixe de visitar o seu ginecologista pelo menos uma vez por ano e realize os exames preventivos indicados por ele. Cuidar da sua saúde íntima é cuidar da sua saúde como um todo, e esse é o maior ato de amor que você pode ter com você mesma!

 

Métodos anticoncepcionais: clique aqui e descubra o que você precisa considerar ao escolher um. 

 

Se você ficou com alguma dúvida sobre este assunto ou gostaria de saber mais sobre a sua saúde íntima, não deixe de entrar em contato comigo! É só clicar aqui para agendar o seu horário. Vou adorar te receber! 

 

Enquanto isso, você pode aprender mais sobre saúde feminina e envelhecimento  saudável no meu canal no Youtube. Clique aqui e acesse!

 

Até o próximo artigo!


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14/01/2022 Artigo

Você sabia que nem todo útero é igual? Algumas mulheres podem nascer com alterações no formato do órgão, o que não traz nenhuma complicação para a saúde ou qualidade de vida, mas pode significar dificuldades para quem está tentando engravidar ou gerar complicações para a gravidez. Neste artigo vou explicar como funciona essa relação entre tipos de útero e fertilidade. Boa leitura!

 

Tipos de útero e fertilidade: como isso funciona?

O útero pode ser considerado uma das partes mais importantes do sistema reprodutor feminino. Mas o que muita gente não sabe é que esse órgão pode apresentar alterações anatômicas em algumas mulheres, e que os tipos de útero e fertilidade são dois elementos com uma ligação bem significativa.

De forma geral, o útero costuma medir 7,5 centímetros e ter espessura de 2,5 centímetros. Além disso, possui uma cavidade interna vazia e a sua estrutura é formada por três camadas de tecido. A mais externa é chamada de serosa, a intermediária se chama miométrio e a mais interna é o endométrio, onde o embrião é fixado quando ocorre a fecundação. 

Porém, algumas mulheres podem apresentar alterações no formato do útero ou mesmo o crescimento de tecido fibroso dentro da cavidade. Sendo assim, essas alterações impactam na fecundação e, em alguns casos, podem representar uma complicação durante a gravidez. A seguir, vou explicar um pouco mais sobre quais são os tipos de útero e como eles afetam a fertilidade feminina.

 

Você sabia que a alimentação também tem impacto bem importante na fertilidade feminina? Clique aqui e descubra 5 alimentos que podem beneficiar quem está tentando engravidar. 

 

Quais são os diferentes tipos de útero?

Acredita-se que cerca de 0,1 a 3,2% das mulheres apresentam alterações anatômicas no útero. Ou seja, o útero destas mulheres se desenvolve em um formato diferente do considerado normal. Essa alteração não irá representar nenhum prejuízo para a sua saúde, mas pode interferir na fertilidade.

 

  • Útero bicorno: é o tipo mais comum de alteração anatômica no útero. Neste caso, o órgão se forma com uma fenda na parte superior, que o separa em duas partes, mas não chega a dividi-lo completamente. A fenda pode variar de tamanho, o que resulta em um útero levemente bicorno ou totalmente bicorno.

 

  • Útero unicorno: neste caso, o tecido que forma o órgão não se desenvolve completamente e resulta em apenas metade de um útero de tamanho normal, com apenas uma tuba uterina, apesar dos dois ovários. É um tipo raro de alteração. 

 

  • Útero duplo ou didelfo: outro tipo de formação anatômica bastante rara. O útero duplo ou didelfo apresenta duas cavidades, e cada uma delas pode levar a um colo de útero diferente e também a um canal vaginal diferente. Neste caso, é possível que a mulher tenha duas vaginas. 

 

  • Útero septado: o útero septado acontece quando a cavidade uterina apresenta uma parede formada por tecido fibroso, chamada de septo. Essa estrutura pode ir até determinada extensão do órgão ou chegar até o colo do útero. 

 

Algumas mulheres também podem apresentar alterações quanto à posição do útero, que normalmente está inclinado para a frente. Essa posição é chamada de anteversa. Quando o útero se desenvolve virado para trás, chamamos de útero retroverso ou retrovertido. 

 

Dúvidas sobre fertilidade? Clique aqui e descubra quais os maiores mitos sobre este assunto. 

 

Como estas alterações afetam a fertilidade? 

Nenhuma destas alterações é capaz de impedir uma gestação. Então, mesmo tendo um útero com formato anatômico ou posição diferente do considerado normal, a mulher pode engravidar. Porém, afetam a fertilidade, o que dificulta o processo de gestação.

Por exemplo, uma mulher com útero septado pode ter alto risco de perda gestacional devido ao tecido fibroso dentro da cavidade uterina. Já mulheres com útero unicorno têm maior dificuldade de conseguir engravidar, uma vez que possuem apenas uma tuba uterina.

Pacientes que apresentam alguma das outras alterações que citei não costumam ter tantas dificuldades na fecundação, mas sim durante a gravidez. No caso do útero bicorno, por exemplo, a fenda presente na cavidade uterina pode comprometer a capacidade de distensão do órgão durante a gestação. 

O diagnóstico destas condições é feito através de exames solicitados pelo ginecologista. Se você apresenta alguma destas alterações, pode ficar tranquila. Nos casos em que a mulher possui dificuldade para engravidar, é possível realizar tratamentos cirúrgicos e de reprodução assistida.

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a compreender a relação entre os tipos de útero e fertilidade. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

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Até o próximo artigo!


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10/12/2021 Artigo

Os hormônios são substâncias que atuam em diversas funções vitais do nosso corpo. No caso das mulheres, um dos mais importantes é o estrogênio. Por isso, quando a produção deste hormônio está fora do que é considerado normal, pode causar prejuízos à saúde. Mas você sabe quais são os sinais de estrogênio baixo?

Preparei este artigo para responder as suas principais dúvidas sobre o estrogênio e explicar melhor a importância dele para a sua saúde. Vamos lá? 

 

O que é e por que você deveria se preocupar com os sinais de estrogênio baixo:

O estrogênio é um dos hormônios mais importantes para a saúde das mulheres. Isso porque este hormônio atua no ciclo menstrual, na saúde óssea e cognitiva, assim como em outras funções vitais do corpo. 

Além disso, o estrogênio também é um dos responsáveis pelo desenvolvimento de características sexuais a partir da puberdade, como crescimento das mamas, por exemplo. 

Doutora, isso quer dizer que o estrogênio é produzido apenas por corpos femininos? A resposta é não! 

Um dos órgãos responsáveis pela produção do estrogênio é o útero. Por isso, este hormônio é produzido em maior quantidade no corpo de pessoas que menstruam. Mas na verdade, ele está presente no corpo de todos nós, inclusive de homens, crianças e de quem já passou pela menopausa. 

No caso de quem não tem ovários ativos, o estrogênio é produzido apenas em órgãos como tecido adiposo, fígado, glândula adrenal, ossos e até na pele. No homens, também é produzido nos testículos. 

 

Quais são os sinais de estrogênio baixo?

Se você não utiliza nenhum método contraceptivo com hormônios, como a pílula anticoncepcional, o seu ciclo menstrual acontece de forma normal. Esse processo inclui uma flutuação no nível de estrogênio no organismo, já que esse hormônio tem papel importante na preparação do corpo para receber uma gestação. 

Ou seja, se você não utiliza contraceptivo hormonal, o seu nível de estrogênio muda conforme a fase do ciclo menstrual em que você está. 

Quer saber mais sobre como isso funciona? Então clique aqui e confira um conteúdo especial que preparei para você conhecer melhor a função dos hormônios sexuais e entender o funcionamento do seu ciclo menstrual. 

Porém, existem alguns sintomas que podem ser sinais de estrogênio baixo fora desta condição. Por exemplo: um ciclo menstrual irregular ou a dificuldade de engravidar podem ser indicativos de que há algo com os níveis de estrogênio.

Com a chegada do climatério, a produção dos hormônios sexuais inicia um processo de queda gradual. Essa mudança impacta em muitas formas na rotina e na saúde das mulheres. Por isso, se você está passando pelo climatério, alguns sinais de que o seus níveis de estrogênio estão baixos podem ser:

  • Secura vaginal;
  • Ondas de calor;
  • Cansaço;
  • Insônia.

 

Impactos do estrogênio baixo na saúde

Além dos sintomas indesejados, níveis de estrogênio fora do normal também podem prejudicar a saúde, a qualidade de vida e a autoestima das mulheres. Alguns impactos do queda da produção de estrogênio podem incluir:

  • Tendência ao acúmulo de gordura abdominal e aumento do peso;
  • Oscilações no humor;
  • Maiores chances de infecções vaginais e no sistema urinário;
  • Queda de cabelo e ressecamento dos fios;
  • Aumento das chances de complicações cardiovasculares;
  • Rugas e linhas de expressão, pois a falta do hormônio pode deixar a pele mais ressecada;  
  • Problemas articulares e aumento do risco de osteoporose pelo enfraquecimento da massa muscular e óssea. 

Por isso, se você tem mais de 45 anos, está passando pelo climatério ou está vivendo o pós menopausa, fique atenta a sintomas como estes. Se você suspeita que os seus níveis de estrogênio estão baixos, procure ajuda do seu ginecologista. Ele poderá indicar quais exames devem ser feitos e avaliar a melhor forma de tratamento, que pode incluir mudanças nos hábitos de vida e a reposição hormonal.

 

Você sabe por que manter o equilíbrio hormonal é tão importante para a sua saúde? Clique aqui e descubra!

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a compreender melhor os sinais de estrogênio baixo e a importância deste hormônio para o seu organismo. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

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Até o próximo artigo!


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Como anda a sua saúde sexual? Este é um assunto bastante frequente no meu consultório. Muitas pacientes me perguntam sobre a melhora da saúde sexual, por isso, preparei um conteúdo com algumas dicas que podem te ajudar também.

Mas antes de começar, é importante saber que o nosso corpo muda ao longo da vida. E conforme envelhecemos, as transformações físicas e psicológicas também interferem na nossa vida sexual. É normal. Além disso, também é comum casais em relacionamentos longos sentirem que a chama anda meio fraca. 

No artigo a seguir, vou falar sobre isso e ensinar algumas dicas. Boa leitura!

 

Melhora da saúde sexual: o que pode estar prejudicando a sua intimidade?

Antes de pensar na solução, precisamos entender a causa do problema, não é mesmo? Por isso, se você está se questionando sobre a melhora da saúde sexual, antes de mais nada é preciso entender o que pode estar prejudicando a sua intimidade.

A libido, que é o desejo sexual que sentimos a partir de algum estímulo, funciona de formas diferentes para homens e mulheres, e também de pessoa para pessoa. Por isso, inúmeros fatores podem influenciá-la.

Um dos elementos mais importantes quando falamos em libido são os hormônios. Por isso, quando uma paciente chega no consultório com queixas sobre o desejo sexual, sempre buscamos investigar o funcionamento hormonal. 

Além de afetarem a libido de forma direta, os hormônios também se relacionam com outros fatores que interferem no desejo sexual, como a saúde física e fatores comportamentais. 

No vídeo a seguir vou explicar um pouco melhor esta relação entre libidio, hormônios e comportamento. 

 

Para identificar quando a queda na libido tem relação com o equilíbrio hormonal, é preciso realizar uma avaliação, orientada pelo ginecologista. Através de exames laboratoriais, são avaliados os níveis de estrogênio e testosterona, por exemplo. Eles são hormônios sexuais muito importantes para o ciclo menstrual e, por consequência, para a libido. 

Quer saber mais sobre o papel dos hormônios na libido? Preparei um conteúdo bem completo sobre este assunto e você pode conferir clicando aqui.

 

Outro fator importante para a libido é a idade, uma vez que nossa forma de sentir e viver o prazer sexual muda ao longo da vida. Você pode ler mais sobre isso clicando aqui.

 

Mas então qual a solução para a melhora da saúde sexual?

Como sempre oriento as minhas pacientes, a idade não significa o fim da vida sexual. E muitos anos de relacionamento também não precisam ser sinônimo de falta de libido. Pelo contrário. 

Quando a saúde dos parceiros está em dia e a saúde do relacionamento também, é possível aproveitar a intimidade e a maturidade que chegam com a idade e os anos de convívio para transformar a vida sexual em algo ainda melhor.

A seguir vou falar sobre algumas dicas de uma lista elaborada pela Escola de Medicina da Universidade Harvard para a melhora da vida sexual de casais de todas as idades! 

  • Dedique-se a aprender: informação nunca é demais, não é? Tanto quando o assunto é vida sexual, como quando o assunto é autoconhecimento. Então invista em se conhecer, conhecer seu parceiro ou parceira, e busque informação de qualidade. Conte com o seu ginecologista para ajudar com as dúvidas e com os cuidados com a saúde. Afinal, ela também é fundamental para uma vida sexual saudável. 

 

  • Afeto e contato: o vínculo emocional do casal também é muito importante para a saúde sexual. Inclusive, muitos psicólogos indicam técnicas de contato sensorial como formas de melhorar a intimidade física. 

 

  • Experimente coisas novas: inovar é uma das melhores formas de manter a chama acessa. Então é hora de deixar a vergonha e os tabus de lado e conversar com o seu parceiro ou parceira sobre o repertório de posições e a melhor forma de explorar novas fantasias do casal. 

 

  • Cuidar de você também é cuidar da sua saúde sexual: o cuidado com a sua saúde é também um gesto de cuidado com o seu parceiro ou parceira, e com o seu relacionamento. Então que tal adotar hábitos mais saudáveis? A prática de exercícios físicos e uma alimentação mais leve e equilibrada também interferem na vida sexual. 

 

Vou falar mais sobre isso e ensinar mais algumas dicas no vídeo abaixo. Não deixe de conferir! 

 

Está chegando na menopausa? Clique aqui e aprenda mais algumas dicas para melhorar a libido e a saúde sexual. 

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a entender mais sobre a saúde sexual e como melhorar a intimidade do casal. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

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Até o próximo artigo!


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19/11/2021 Artigo

Está planejando engravidar em breve? Então está na hora de olhar com mais atenção para a sua dieta! Isso porque existem diversos alimentos que interferem na fertilidade, tanto do homem, quanto da mulher. 

Alguns alimentos podem beneficiar a saúde e ainda aumentar as chances de uma gestão. Por outro lado, existem aqueles que devem ser evitados pelos casais que sonham com a chegada de um bebê. 

Quer saber mais sobre a relação entre a fertilidade do casal e a sua alimentação? Então confira o artigo que preparei a seguir. Boa leitura!

 

Alimentos que interferem na fertilidade: como isso funciona? 

A alimentação tem impacto direto em todo o organismo, inclusive na função reprodutiva. Desta forma, os alimentos que interferem na fertilidade são aqueles que auxiliam o corpo na produção dos hormônios sexuais, e também estimulam a formação e a saúde dos gametas.

Alguns exemplos de nutrientes importantes para quem está planejando uma gravidez são:

  • Zinco: encontrado em frutas secas, gema de ovo, ostras, carnes, peixes, vegetais verdes folhosos, centeio e aveia;
  • Vitamina B6: presente em vegetais como brócolis, couve-flor, agrião, e também na banana;
  • Vitamina E: você pode encontrar em frutas secas, abacate, batata-doce, feijões, sementes e peixes gordos;
  • Ácidos graxos e ômega 3 e 6: também presente nas sementes e nos peixes gordos.
  • Vitamina A: encontrada na cenoura, abóbora, batata-doce e no agrião;
  • Vitamina C: presente nos vegetais verdes, como pimentão e kiwi, e também nas frutas cítricas;
  • Fitonutrientes: você pode encontrar em  frutas e vegetais de todas as cores, como beterraba, pimentão, mirtilos e vegetais verdes folhosos.
  • Selênio: está presente na castanha-do-pará, cereais integrais, atum e na couve.

Além disso, uma alimentação equilibrada, com baixo consumo de açúcar e de alimentos ultraprocessados, pode beneficiar a saúde dos futuros pais de forma geral. E quanto melhor a saúde de ambos, melhores as chances de uma gravidez saudável e tranquila. 

Mas assim como hábitos saudáveis e alguns nutrientes específicos podem dar uma mãozinha para os casais, outros alimentos interferem na fertilidade de forma negativa. Alguns exemplos são o excesso de café e os alimentos ricos em farinha e açúcar refinados, como biscoitos e bolos. 

O consumo de álcool também pode afetar a fertilidade. No vídeo a seguir, eu explico um pouco melhor esta relação. 

 

Você sabe como funcionam os hormônios sexuais femininos? Clique aqui e entenda como eles influenciam na sua saúde e na sua vida. h

 

Quais são os alimentos que interferem na fertilidade? 

São diversos os alimentos que interferem na fertilidade do casal e que podem ser benéficos para quem está planejando uma gravidez. Além dos já citados neste artigo, vou listar abaixo mais 5 exemplos de alimentos que podem ajudar na busca pela gestação. 

Frutas cítricas: sabemos que a vitamina C é importante para os casais que estão tentando engravidar. Desta forma, frutas como laranja, mexerica, limão e abacaxi podem dar uma mãozinha, já que além de fontes de vitamina C, também são ricas em cálcio e potássio. Elas auxiliam na regulação do ciclo menstrual, facilitando a identificação do período fértil da mulher. Além disso, a laranja também tem nutrientes que ajudam a minimizar os efeitos dos radicais livres, que podem danificar óvulos e espermatozoides. 

 

Frutos vermelhas: assim como a laranja, os frutos de coloração vermelha também ajudam a combater os radicais livres por serem ricos em licopeno, que tem ação antioxidante. São exemplos: morango, cereja, tomate e amoras. 

 

Lentilha e feijão: ricos em ferro, fibras e zinco, a lentilha e o feijão podem ser aliados da produção e do equilíbrio dos hormônios sexuais. Além disso, também atuam na saúde dos gametas, o que beneficia a fecundação. 

 

Folhas verdes: as verduras de cor verde escura são ricas em ferro e folato, nutrientes que influenciam no processo de ovulação e de fecundação. Alguns exemplos para incluir na dieta são couve, espinafre e rúcula.

 

Salmão e atum: fontes de selênio e ômega 3, dois nutrientes importantes para a saúde dos espermatozóides e também para o desenvolvimento do feto, principalmente nas primeiras semanas de gravidez. 

 

Você sabia que excesso de açúcar tem efeitos negativos na saúde íntima da mulher? Clique aqui e confira um artigo que escrevi sobre este assunto. 

 

Alimentos que beneficiam a fertilidade dos homens

Além dos nutrientes já citados, outros alimentos que interferem na fertilidade masculina e que podem ser benéficos para quem está planejando uma gravidez são os alimentos ricos em cromo. 

Este mineral tem papel importante na fabricação dos espermatozoides e podem ser encontrados no pão integral ou de centeio, ovos, frango e pimentão verde. Além disso, também é benéfico consumir alimentos ricos em vitamina C, que também atua na produção dos gametas masculinos. 

A fertilidade é um assunto complexo e que envolve múltiplos fatores. Por isso, assim como é fundamental para o casal realizar um acompanhamento médico, também é importante um acompanhamento nutricional. Somente o nutricionista poderá avaliar as carências nutricionais, e suplementar ou enriquecer a dieta de forma correta.  

 

Você sabe quais são os maiores mitos e verdades sobre a infertilidade feminina? Clique aqui para descobrir! 

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a compreender como a alimentação pode interferir na fertilidade do casal. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

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Até o próximo artigo!


Dra. Patricia Bretz é Ginecologista, obstetra, especialista em Oncologia Ginecológica, Endometriose, Cirurgia minimamente invasiva, Implantes hormonais e Reprodução humana

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