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20/06/2022 Menopausa

Quem me segue nas redes e no youtube já sabe: sedentarismo é uma palavra proibida para as mulheres que passam pela menopausa. E falando em youtube, lá no meu canal tem uma playlist dedicada só para essa fase da vida, vale a pena conferir.

O problema do sedentarismo

O sedentarismo é um dos maiores problemas que a gente enfrenta com o passar dos anos. E olha só que complicada é essa relação: se durante a juventude não desenvolvermos o hábito da atividade física, adquirir esse hábito mais pra frente na vida fica cada ano mais difícil.

Leia também: Como diagnosticar menopausa precoce?

Isso acontece porque o nosso corpo se acostuma a falta de exercício, e quanto menos exercício, pior a nossa saúde. Mas se você ainda não está convencido, olha só uma amostra dos problemas que agravam ou surgem com a falta de atividade física para mulheres na menopausa:

  • Inchaço
  • Aumento de peso
  • Depressão
  • Ansiedade
  • Cansaço
  • Problemas de humor 
  • Baixa libido

Em linhas gerais, todos os sintomas da menopausa se agravam com a falta de atividade física.

 

Como vencer o sedentarismo

Não tem outra palavra pra usar aqui, minha gente: sedentarismo é um problema e um problema grave. Ainda mais se você está se aproximando dos 40 ou 50 anos. E eu sei como é tentador a gente passar horas vendo vídeos no Instagram e no Youtube, e de como a gente se perde no tempo com facilidade. Por isso, a primeira coisa que eu quero te dizer é que para vencer o sedentarismo você precisa de um cronograma.

Ter um cronograma te ajuda de duas formas: a primeira delas é tornar a atividade física um compromisso. Isso porque, principalmente no início, o nosso corpo não vai querer se exercitar. Cientificamente a gente entende isso como uma maneira do nosso corpo de preservar energia e isso é uma marca dos tempos primitivos, em que os seres humanos precisavam caçar para comer. Só que a nossa vida mudou e nós não precisamos mais nos manter inertes para preservar energia e calorias. Por isso, ter um cronograma vai te ajudar a espantar essa “preguiça” e levar o exercício como uma prática séria. 

A segunda coisa vai mudar se você tiver um cronograma, é a perda de tanto tempo em mídias sociais. Por exemplo, quando você está em casa de noite, é muito fácil você abrir o celular às 18h30 e quando você se dá conta são 22h e você ainda está fazendo a mesma coisa. Tendo um cronograma, você vai ter hora pra fazer isso e hora para se exercitar e manter a sua qualidade de vida.

Outra coisa que pode te ajudar a criar uma rotina de exercícios físicos é me seguir lá no meu Instagram! Lá eu compartilho como é a minha rotina de exercícios, mas além disso, também tenho várias seguidoras que estão nessa mesma fase tentando criar suas próprias rotinas mais saudáveis. Nesse sentido, todas nós criamos uma pequena rede de apoio e incentivos para mais mulheres deixarem o sedentarismo de lado. O link para me seguir está logo abaixo, te vejo lá!

Instagram      YouTube


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Embora as suas causas ainda não sejam bem compreendidas, a menopausa precoce está presente na vida de muitas mulheres após os 40 anos. 

O que é menopausa precoce?

Talvez você já tenha ouvido falar na falência ovariana prematura, a menopausa precoce, que atinge cerca de 1% das mulheres entre 40 e 48 anos de idade. Nesse sentido, ela não é considerada uma doença, apenas uma precocidade de uma fase que já iria acontecer. 

Ela acontece da mesma forma e com os mesmos sintomas que a menopausa em idade normal. Porém, por estar fora dos padrões etários, ela pode ser confundida com sintomas de algumas patologias.

Assista minha playlist sobre reposição hormonal no youtube

Como é feito o diagnóstico?

A primeira coisa que devemos reparar é a ausência de menstruação por 12 meses seguidos em mulheres acima dos 40 anos. Depois disso, o seu médico ginecologista deve verificar se existe a presença dos sintomas clássicos do climatério, dentre eles: ondas de calor, alteração na qualidade do sono, mudanças de humor e ganho de peso. 

Tratamento

Na verdade, não existe um tratamento que faça o climatério regredir. Porém, se você entrar em menopausa precoce, pode seguir com os mesmos tratamentos de mulheres em menopausa regular. E aqui no meu blog eu já falei sobre vários desses tratamentos, você pode conferir o artigo sobre reposição hormonal e o artigo sobre os exames indicados para esse período

Se você se encontra, ou suspeita que se encontra, nessa fase, saiba que eu posso te ajudar. Isso porque, eu e minha equipe, acreditamos que a vida da mulher está só começando aos 40! Além disso, a minha missão é te ajudar a passar pelas transições da vida da forma mais saudável e feliz possível. Se você quiser agendar uma conversa, é só clicar no link abaixo, te vejo lá!

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A osteoporose é uma doença que acomete muitas pessoas acima dos 50 anos e você pode ficar ainda mais suscetível a ela caso esteja na menopausa.

Osteoporose

Essa doença é conhecida por deixar os seus ossos mais porosos e por isso, mais fáceis de sofrerem fraturas. 

O nosso corpo vive em constante renovação, e isso se aplica também aos nossos ossos. Acontece que, por volta dos 40 anos, a nossa capacidade de renovação diminui. Nesse sentido, as células responsáveis por essa renovação, osteoclastos e os osteoblastos, começam a passar por desequilíbrios na primeira fase da osteoporose.

Osteoporose na menopausa

Durante essa fase, existe uma queda na produção do estrogênio, o hormônio responsável pela fixação do cálcio nos nossos ossos. Isso acontece porque os osteoclastos – responsáveis por eliminar tecido ósseo que deve ser substituído – acabam eliminando mais do que os osteoblastos conseguem repor. E é isso que gera uma maior porosidade dos ossos, deixando eles expostos à fraturas. 

Então, além de estarmos todos suscetíveis aos efeitos da osteoporose, é importante você entender que é durante a menopausa que essa condição fica mais evidente.

LEIA MAIS:  É normal ter enxaqueca durante a menstruação? 

Prevenção é a palavra

A osteoporose não tem cura! Ou seja, o melhor caminho é a adoção de um estilo de vida saudável. Isso porque, quanto melhor você cuidar do seu organismo, menores serão os impactos da osteoporose, e o melhor: leva mais tempo para ela chegar. 

Comer de forma equilibrada, estar com seus exames em dia e praticar alguma atividade física diária são extremamente importantes. E se você busca um atendimento especializado, é só clicar aqui e marcar a sua consulta.

Aqui eu também deixo um vídeo que gravei sobre a dieta na menopausa, dá só uma olhadinha:

Existe uma DIETA IDEAL PARA A MENOPAUSA? | Dra Patricia Bretz

 


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04/03/2022 Menopausa

Os benefícios do ômega-3 são importantes aliados na saúde de qual qualquer um. Mas durante a menopausa eles se tornam quase indispensáveis. Nesse artigo eu quero te explicar melhor a importância do ômega-3 e qual o seu papel durante essa nova fase da sua vida. Vamos lá?

O ÔMEGA-3

O ômega-3 é um ácido graxo que não é produzido naturalmente pelo nosso corpo. Quando nosso organismo entra em contato com essa substância de forma regular, podemos apresentar as seguintes melhoras:

  • Menor índice de colesterol;
  • Melhora na regulação da pressão arterial
  • Melhora no funcionamento da retina
  • Auxilia no controle da obesidade
  • Melhora nas funções cerebrais

COMO FUNCIONA O MEU ATENDIMENTO PERSONALIZADO 

Mas além desses benefícios, o ômega-3 auxilia na diminuição de dois grandes problemas durante a menopausa. Um deles é o alívio dos sintomas da artrite reumatóide. Isso porque nós sabemos como os nossos ossos e articulações podem ser afetados nesse período. E o consumo regular de ômega-3 pode ser um aliado importante. Mas ainda sobre esse assunto, esse ácido graxo pode de ajudar no alívio de um dos sintomas mais famosos da menopausa: as oscilações de humor e problemas relacionados ao bem-estar.

COMO CONSUMIR?

Uma coisa muito legal sobre o ômega-3 é que você consegue consumir ele de forma natural. Inclusive, o poder do ômega-3 foi descoberto quando pesquisadores estavam estudando os povos tradicionais da Groenlândia. Nessa pesquisa eles notaram que os níveis de doenças cardiovasculares desses povos eram muito baixos. Esse fato foi atribuído à dieta deles, que era muito rica em gordura de animais marinhos: o ômega-3. 

Por isso, você pode encontrar esse ácido graxo em peixes como a sardinha, anchova e salmão. Em sementes como a linhaça e a chia, e até mesmo em óleos como o de canola.

Espero que esse artigo tenha te ajuda a entender melhor a importância de ter o ômega-3 como seu aliado durante o climatério. E é como eu sempre digo: ter uma vida saudável é uma escolha que você faz todos os dias e a alimentação pode ser o seu melhor remédio. E falando em alimentação saudável, aqui no final desse artigo eu deixei um vídeo mostrando o meu café da manhã para você se inspirar! É só dar play

 

Como é o meu CAFÉ DA MANHÃ? | Dra Patricia Bretz


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07/01/2022 Menopausa

Dúvidas sobre a menopausa são um assunto comum no meu consultório, afinal, toda mulher passará por ela em algum momento. Além disso, ainda existem informações bastante desencontradas sobre esta fase da vida, principalmente sobre os tratamentos. E isso pode fazer com que muita gente enxergue a menopausa com bastante temor. 

Mas não é bem assim. A menopausa é um momento importante, que pode ser vivido com tranquilidade, saúde e qualidade de vida. Abaixo vou responder as 5 perguntas que mais ouço sobre a menopausa. Espero que ajude você a se preparar sem medo e ansiedade. Boa leitura!

 

Dúvidas sobre a menopausa e o climatério: afinal qual a diferença?

Essa é uma das perguntas que mais ouço. Muitas pessoas ainda pensam que climatério e menopausa são sinônimos. Porém, apesar de estarem relacionadas, são duas coisas bem diferentes. 

O climatério é a nomenclatura antiga que usamos para nos referir à transição menopausal. Essa transição, como o próprio nome sugere, é um período de passagem entre a fase reprodutiva e a fase não reprodutiva da mulher. Inclusive, os famosos sintomas que costumam ser atribuídos à menopausa, como as ondas de calor, na verdade são sintomas da transição menopausal. 

Por sua vez, a menopausa é o nome de uma das fases da transição menopausal. Ela é representada pela última menstruação e marca o fim oficial da capacidade reprodutiva.  

 

Quer saber mais sobre as diferentes fases do climatério e suas características? Então clique aqui e confira um outro artigo que preparei só sobre este assunto e que também está disponível aqui no blog. 

 

Por que fazer acompanhamento ginecológico durante a menopausa?

Se a menopausa marca o fim do funcionamento do útero e dos ovários, não precisa mais ir ao ginecologista, certo? Não! Na verdade, a transição menopausal e o período pós-menopausa são importantíssimos para a saúde da mulher. Esse assunto é tão sério que eu preparei um vídeo só para explicar porque você não deve deixar de ir ao ginecologista depois da menopausa. Confere só!

 

 

A menopausa pode aumentar o risco de doenças?

Se você assistiu ao vídeo da pergunta anterior, provavelmente já respondeu mais uma das suas dúvidas sobre a menopausa. Sim, a queda da produção hormonal que inicia a partir do climatério e o fim dessa produção, após a menopausa, pode trazer diversas complicações para a saúde da mulher. 

Um dos principais pontos de atenção é o aumento do risco de problemas cardiovasculares. Além disso, a flutuação hormonal e a queda dos níveis destes hormônios também podem contribuir para o surgimento da osteoporose, de síndromes metabólicas e até alguns tipos de câncer.

E não para por aí: a transição menopausal e a menopausa também impactam na qualidade de vida da mulher através da perda de massa muscular, e de alterações da capacidade cognitiva, do sono, do humor e da libido. Viu só por que não pode deixar de ir ao ginecologista depois da menopausa?

 

Quais os principais sintomas da menopausa? Todos têm tratamento? 

Depois de ler sobre o aumento do risco de algumas doenças e os impactos da menopausa na qualidade de vida, talvez você esteja um pouco assustada. Mas calma, não é motivo para pânico. De fato, esse é um período da vida que exige atenção, mas com acompanhamento médico e hábitos saudáveis, é possível prevenir muitas complicações e ainda aliviar vários dos sintomas. 

E quais são eles? Os sintomas mais famosos são as ondas de calor e a menstruação irregular. Mas muitas mulheres no climatério podem sentir também alterações no humor e na capacidade cognitiva; perda de massa magra e aumento do acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal; insônia e ressecamento vaginal. 

Os sintomas podem variar bastante de pessoa para pessoa, assim como a sua intensidade. Mais um motivo para acompanhar essa fase da vida bem de perto com o seu ginecologista. 

 

Quando a reposição hormonal é necessária? Todo mundo pode fazer?

A melhora dos sintomas do climatério é um dos benefícios da reposição hormonal. Ela pode ser muito benéfica para as mulheres que estão passando por esta fase da vida, mas só pode ser feita sob orientação de um ginecologista, depois de uma avaliação da saúde da mulher e também do seu histórico médico. 

Clique aqui e confira um conteúdo completo, onde explico como funcionam os implantes hormonais, quem pode utilizá-los e como é feito este procedimento. 

 

Quer saber mais sobre como é a vida da mulher na menopausa? Então clique aqui e baixe grátis o meu e-book. Nele eu explico como funciona essa fase da vida, sintomas, tratamentos, e também falo sobre os benefícios da reposição hormonal. 

 

Espero que este artigo tenha ajudado a responder as suas principais dúvidas sobre a menopausa. Mas se você quiser saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

Você pode conferir mais conteúdos aqui do blog e me acompanhar também no Facebook, no Instagram e no Youtube

Até o próximo artigo!


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03/12/2021 Menopausa

Passar pelo climatério é inevitável, mas para muitas mulheres, pode ser também um grande desafio. Isso porque os sintomas comuns deste período podem afetar a rotina, e comprometer a qualidade de vida e até a saúde. 

Mas é claro que não estamos sozinhas nesta! Você sabia que  alimentação e sintomas da menopausa possuem uma ligação bem importante?

Isso mesmo! O que você coloca no prato pode influenciar a sua experiência com a menopausa e o climatério. Este é o assunto deste artigo, que preparei com todo o carinho para te ajudar a vivenciar a menopausa de forma mais leve e tranquila. Boa leitura!

 

Alimentação e sintomas da menopausa: como funciona essa ligação?

A dieta, por si só, não é a salvação para os sintomas do climatério. Mas alimentação e menopausa possuem uma ligação bem importante. O que comemos influencia de forma direta em todas as nossas funções corporais, inclusive na produção hormonal, que é a grande questão quando falamos em climatério.

Além disso, a alimentação também faz toda a diferença na imunidade, no funcionamento do intestino e na saúde do coração, que exige atenção especial nesta fase da vida.

Desta forma, alimentos ultraprocessados, ricos em farinha branca e açúcar são grandes vilões da menopausa. Além deles, a cafeína e o álcool devem ser consumidos com moderação, e o tabaco deve ser eliminado da rotina de quem está se aproximando da menopausa. 

Por sua vez, nutrientes como cálcio, magnésio, e vitamina D e B6 são fundamentais nesta fase da vida. Os ácidos graxos e o ômega 3 são importantes para proteger o coração e controlar o colesterol ruim, além de ajudar na manutenção das funções cerebrais. Os chás também são uma boa opção para melhorar a ansiedade e a insônia. 

Há algum tempo, gravei este vídeo falando um pouco sobre a relação entre alimentação e menopausa. Assista para saber mais! Você pode conferir outros conteúdos como este lá no meu canal no Youtube

5 alimentos para quem está vivendo a menopausa

Se você já assistiu ao vídeo, já sabe o que deve incluir na sua alimentação se a menopausa está batendo na porta, certo? A seguir, vou listar mais alguns alimentos que podem ser benéficos para quem está vivendo esse momento tão significativo da vida.

Mas antes: você sabe como reconhecer os sinais de que a menopausa está chegando? Clique aqui e confira um conteúdo que preparei para te ajudar. 

Oleaginosas: assim como a soja, outras oleaginosas também podem ser grandes aliadas. Alguns exemplos são o amendoim, as castanhas e as amêndoas. Estas sementes são ricas em vitamina E, importante para quem está passando pelo climatério. As oleaginosas também são ricas em magnésio, que atua na formação dos neurotransmissores, ajudando a melhorar o humor.

Frutas cítricas: frutas como laranja, limão, abacaxi, acerola, amora e framboesa são fontes de vitamina C, que auxilia na síntese dos hormônios femininos. 

Vegetais verde-escuros: além da couve, outros vegetais de coloração verde-escura, como rúcula e brócolis, são excelentes fontes de cálcio e ácido fólico. Ou seja, são importantes para a reposição de DNA e prevenção da osteoporose.

Aveia: seja em flocos ou em farelo, a aveia possui um tipo de fibra importante no controle da glicose e do colesterol. Assim como ela, o azeite extravirgem também atua nesta função.

Peixes: eles são ricos em ômega 3, nutriente que atua na melhora das funções cerebrais, e também no controle da glicose e do colesterol. Além disso, os frutos do mar também são ótimas fontes de zinco, que contribuem para a síntese hormonal.

Bônus: o cacau é rico em polifenóis, além de também conter cálcio e zinco. Ou seja, o chocolate pode fazer parte da dieta e ser muito benéfico, mas lembre-se de optar pelas versões com alta concentração de cacau (acima de 70%).

 

Você sabe por que manter o equilíbrio hormonal é tão importante para a sua saúde? Clique aqui e descubra!

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a compreender melhor a ligação entre alimentação e menopausa. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

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Até o próximo artigo!


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05/11/2021 Menopausa

A chegada da menopausa pode ser um momento de bastante ansiedade para muitas mulheres. Isso porque não existe uma idade fixa para acontecer, e cada pessoa sente os sintomas de forma diferente. E você, sabe reconhecer os sinais da menopausa?

Neste artigo vou falar um pouco sobre esse momento tão transformador na vida das mulheres, explicar os sinais da menopausa e como lidar com os sintomas com saúde e qualidade de vida. Boa leitura!

 

Os sinais da menopausa

Toda mulher vai passar pela menopausa. Mas, ela pode chegar em diferentes momentos da vida. De forma natural, a menopausa costuma ocorrer entre os 45 e 55 anos. Alguns fatores, no entanto, podem fazer com que a mulher vivencie esse momento mais cedo, como genética, doenças ou intervenções cirúrgicas. 

Apesar de não existir uma idade fixa, o organismo nos dá algumas dicas de que a menopausa pode estar próxima! É a chamada transição menopausal. 

Talvez você nunca tenha visto esse termo na vida, mas aposto que já ouviu falar do climatério, certo? 

Transição menopausal e climatério são dois nomes para a mesma coisa: o período que antecede a chegada da menopausa. Mas qual a diferença entre tudo isso? 

A menopausa é uma das fases do climatério, que é composto também pela pré-menopausa e pela pós-menopausa. Você pode saber mais sobre as três fases do climatério e os seus sintomas clicando aqui.

O fim do ciclo menstrual é o que define a menopausa. Ou seja, consideramos que a menopausa chegou quando há a ausência de menstruação por 12 meses consecutivos. 

 

Climatério: os sinais da menopausa chegando

O climatério é a transição entre a fase reprodutiva e a fase não reprodutiva da vida da mulher. E a menopausa é o marco oficial desta transição, ou seja, depois da menopausa, o corpo não libera mais óvulos e não existe mais ciclo menstrual.

Durante o climatério, a mulher começa a sentir algumas mudanças no corpo e sintomas que são sinais da menopausa. Isso ocorre principalmente pela queda gradual na quantidade de hormônios sexuais produzidos pelo corpo da mulher que inicia neste período. 

 

Você sabe quais são os hormônios sexuais e quais funções eles exercem no seu corpo e na sua saúde? Clique aqui e descubra!

 

  • Menstruação irregular

Um dos principais sintomas de que o corpo está se preparando para a chegada da menopausa é a irregularidade do ciclo menstrual. Ou seja, a menstruação pode falar um mês, não vir por alguns meses ou então pode acontecer até duas vezes no mesmo mês. Essa instabilidade acontece porque a queda nos níveis hormonais impede que os órgãos reprodutores se preparem para uma possível gravidez.  Mas claro que existem exceções e algumas mulheres podem menstruar normalmente até a chegada da menopausa. 

 

  • Mudanças de humor 

Durante o climatério é comum que as mulheres também vivenciam sensações como irritabilidade, ansiedade ou melancolia. Essas oscilações de humor também tem como causa as oscilações hormonais, principalmente do estrogênio e da progesterona, que também atuam no sistema nervoso. 

 

  • Ondas de calor

Os fogachos, também conhecidos como ondas de calor, costumam ser o sinal mais claro da aproximação da menopausa. As ondas de calor iniciam de forma inesperada e atingem geralmente a parte superior do corpo, pescoço e rosto. Além disso, a pele na região também pode ficar avermelhada. Mas as crises geralmente são passageiros e duram entre um e cinco minutos. 

 

  • Alterações no sono e insônia

Além das alterações de humor, a queda no estrogênio também interfere na regulação do sono. Por isso, é possível que o climatério traga dificuldades para dormir. Além disso, as ondas de calor também podem afetar o sono.

 

  • Dificuldades urogenitais

Outro sintoma comum nesta fase da vida, mas pouco comentado, são os alterações urogenitais. Por exemplo, é comum ter dificuldade para esvaziar a bexiga, ou então ter incontinência urinária. Além disso, a mulher fica mais suscetível à infecções na bexiga e na uretra. Por fim, estas alterações afetam ainda a libido, uma vez que as alterações vaginais podem causar ressecamento e desconforto durante as relações sexuais. 

 

Sinais da menopausa: como é feito o diagnóstico?

Alguns sinais da menopausa costumam ser bastante comuns entre as mulheres, como as ondas de calor, por exemplo. Porém, outros sintomas podem ser bastante particulares e há ainda aqueles que podem ser facilmente confundidos com outras alterações corporais ou até com alguma doença.

Desta forma, para confirmar a chegada ao climatério e a aproximação da menopausa, é fundamental consultar um médico ginecologista e realizar alguns exames, conforme orientação do profissional.

Saiba mais sobre como funciona o diagnóstico da menopausa clicando aqui

 

Lidando com os sintomas: é possível viver a menopausa sem sofrimento?

Acredito que, se você leu até aqui, deve estar se fazendo essa pergunta. Afinal, os sinais da menopausa podem parecer bem assustadores. Porém, apesar de ser temida por muitas mulheres, a menopausa não precisa ser sinônimo de algo ruim ou de uma vida sem qualidade. 

Não há como fugir da menopausa, isso é verdade. Mas existem inúmeros recursos para administrar os sintomas e conviver com ela. Entre eles, podemos destacar uma alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas com regularidade e a reposição hormonal. 

Quer descobrir como aliviar os sintomas da menopausa e viver este momento de forma leve e tranquila? Então confira o e-book que preparei para você! Clique aqui para baixar de forma gratuita. 

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a entender os sinais da menopausa e como lidar com os sintomas. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

Você pode conferir mais conteúdos aqui do blog e me acompanhar também no Facebook, no Instagram e no Youtube

Até o próximo artigo!


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15/10/2021 Menopausa

Você sabia que é comum mulheres terem insônia na menopausa? As ondas de calor e as alterações de humor são sintomas bastante conhecidos do climatério, o período que antecede a chegada da menopausa. Mas existem uma série de outros sintomas que também acompanham esta fase da vida. E um dos que mais prejudicam a qualidade de vida das mulheres é a insônia.

Por isso, preparei o artigo a seguir para explicar um pouco mais sobre a insônia na menopausa e ajudar quem está passando por esse período a ter mais qualidade de vida. Boa leitura!

 

O que é transição menopausal e quais os são sintomas?

Antes de entendermos porque muitas mulheres sofrem com a insônia na menopausa, vamos falar um pouco sobre a transição menopausal. Muitas pessoas ainda confundem a transição menopausal, que antigamente era chamada de climatério, com a menopausa. 

A transição menopausal é um período de transição entre a fase reprodutiva e a fase não reprodutiva da vida da mulher. Desta forma, costuma iniciar próximo aos 45 anos. Porém, algumas mulheres podem começar a transição ainda antes desta idade.

Este período de transição é dividido em 3 fases distintas: perimenopausa, a menopausa e a pós-menopausa. Você pode saber mais sobre cada uma delas clicando aqui.

Sendo assim, a menopausa é uma das fases da transição menopausal e marca de forma oficial o fim da vida reprodutiva. Entre os sintomas comuns neste período estão as famosas ondas de calor, ganho de peso, alterações de humor, ressecamento vaginal,  queda na libido e, claro, a insônia. 

Mas engana-se quem pensa que  a chegada da menopausa é sinônimo de sofrimento! Na verdade, esta é uma fase bastante significativa e pode ser vivida com qualidade de vida, energia e prazer. Clique aqui e saiba quais hábitos ajudam a melhorar a libido na menopausa.

 

Insônia na menopausa

Assim como os demais sintomas, a insônia na menopausa tem relação com a queda natural na produção de hormônios durante este período. Por exemplo, a  progesterona é um hormônio produzido pelo corpo feminino e que funciona como um estimulante respiratório. Quando os níveis deste hormônio são reduzidos, perde-se também os seus efeitos como protetor respiratório durante o sono.

Desta forma, surge a apneia, um distúrbio que provoca interrupções breves e repetidas na respiração enquanto a pessoa está dormindo. Ou seja, durante as crises, o indivíduo precisa acordar para conseguir respirar melhor,  o que deixa o sono instável.

Além disso, as ondas de calor, sintoma bastante comum durante a transição menopausal, podem provocar o despertar do sono, o que também influencia na capacidade de manter um descanso reparador. 

 

Tratamento para a insônia na menopausa

Conforme o Instituto do sono, cerca de 60% das mulheres que estão passando pela transição menopausal sofrem com a insônia. E uma alternativa para amenizar este e outros sintomas é a reposição hormonal.

Através desta terapia, pode-se estabilizar os níveis hormonais e diminuir o número de vezes que a pessoa desperta durante o sono. A reposição hormonal também pode ajudar a amenizar as ondas de calor, além de outros sintomas comuns, como irregularidade menstrual, oscilações de humor e queda na libido. 

Você sabe como funciona a reposição hormonal? Clique aqui e confira este conteúdo completo que preparei para responder às suas dúvidas sobre esta grande aliada de quem está passando pela transição menopausal.  

Além da reposição hormonal, hábitos de vida saudáveis também podem ajudar a amenizar os sintomas da transição menopausal e até beneficiar os efeitos da reposição. Entre estes hábitos estão a higiene do sono, a prática de atividades físicas regulares e uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes. 

 

Quer saber mais sobre a menopausa e como viver este momento com mais qualidade de vida? Então baixe de forma gratuita o meu e-book “A vida da mulher na menopausaclicando aqui

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a compreender melhor porque muitas mulheres sofrem com a insônia na menopausa e como a reposição hormonal pode ajudar a amenizar este sintoma. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

Você pode conferir mais conteúdos aqui do blog e me acompanhar também no Facebook, no Instagram e no Youtube

Até o próximo artigo!


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Você também não sabe a diferença entre climatério e menopausa? E você sabia que o climatério tem três fases, com características distintas? 

Se a sua resposta para estas duas perguntas foi sim, meus parabéns! Mas se você respondeu não a um destes questionamentos, não precisa se preocupar. Assim como você, muitas pessoas desconhecem a forma como o seu organismo funciona e os ciclos pelos quais ele passa ao longo da vida.

Por isso, preparei este artigo para responder a estas duas dúvidas e ajudar você a conhecer melhor o seu corpo e aprender como cuidar dele com carinho e responsabilidade. Boa leitura!

 

Climatério e menopausa: qual a diferença?

Apesar de muita gente achar que são sinônimos, climatério e menopausa são duas coisas bem diferentes. O climatério é o período de transição entre a fase reprodutiva e a fase não reprodutiva da vida da mulher. Inclusive, muitas literaturas médicas substituem o termo climatério e denominam esta fase da vida como “transição menopausal”. 

Desta forma, ele costuma iniciar a partir dos 45 anos e é o momento em que ocorrem os famosos sintomas normalmente atribuídos à menopausa, como as alterações de humor e os fogachos, que são as ondas de calor. 

Por sua vez, a menopausa é o nome dado a uma das fases do climatério e é sinalizada pela última menstruação, que funciona como um marco oficial do fim da idade reprodutiva. 

O que costuma confundir muitas pessoas é que, durante o climatério, é comum que a menstruação ocorra de forma mais espaçada. Ou seja, o ciclo menstrual se torna irregular e você pode ficar meses sem menstruar. 

 

O climatério e suas 3 fases

Agora que você já sabe a diferença entre climatério e menopausa, vamos falar sobre as diferenças entra as três fases do climatério: a perimenopausa, a menopausa e a pós-menopausa. 

  • A perimenopausa

A perimenopausa é a primeira etapa do climatério e antecede a menopausa. É nesta fase que iniciam as mudanças hormonais e biológicas características deste período. 

Para você compreender melhor, é na perimenopausa que começa uma diminuição gradual da quantidade de estrogênio produzido pelos ovários, por exemplo. E é a diminuição do nível deste hormônio que provoca sintomas como a irregularidade da menstruação. 

Com o passar do tempo, a quantidade menor de estrogênio também será responsável pelo surgimento de outros sintomas comuns do período de climatério e menopausa, como as ondas de calor, ganho de peso, alterações de humor, insônia, ressecamento vaginal e queda na libido. 

Não existe uma idade fixa para o início da perimenopausa, mas os primeiros sinais costumam aparecer por volta dos 40 anos. A perimenopausa dura cerca de quatro anos, mas, para algumas mulheres, esta etapa do climatério pode durar meses ou persistir por até dez anos. 

 

  • Menopausa

A menopausa é o marco oficial do fim da fase reprodutiva e se confirma quando ocorrem 12 meses consecutivos sem a presença de menstruação. Nesta fase ocorre o fim da atividade folicular ovariana, ou seja, os ovários produzem uma quantidade tão pequena de estrogênio que a liberação dos óvulos não ocorre mais. 

Só quem pode confirmar a chegada da menopausa é um médico ginecologista. Para isso, ele utiliza de exames clínicos e uma avaliação individual da saúde da paciente. Clique aqui e saiba como funciona esse diagnóstico.

Também não existe uma idade única para a chegada da menopausa. O mais comum é por volta dos 50 anos, mas algumas pessoas podem passar por este estágio mais cedo em função de fatores como histórico familiar de menopausa precoce, ter realizado a remoção do útero, ou ter passado por tratamento contra o câncer. 

A chegada da menopausa não precisa ser sinônimo de sofrimento, como muita gente pensa. Na verdade, é uma fase bastante significativa e pode ser vivida com toda energia e prazer. Clique aqui e saiba quais hábitos ajudam a melhorar a libido na menopausa. 

 

  • Pós-menopausa

Poucas pessoas sabem, mas o climatério não termina na menopausa. Isso porque, no período pós-menopausa, sintomas como as ondas de calor, as alterações de humor, ganho de peso, queda na libido e ressecamento vagina permancem. Inclusive, estes sintomas podem se intensificar nesta fase e algumas pessoas podem senti-los por até dez anos após a menopausa.

Desta forma, é fundamental manter uma rotina saudável durante todo este período, uma vez que várias complicações de saúde estão associadas à pós-menopausa. Um exemplo é a osteoporose, causada pela diminuição da densidade mineral e óssea que ocorre pela deficiência de estrogênio. 

Entender como funcionam as três fases do climatério é bastante importante para amenizar estes sintomas e garantir mais saúde e qualidade de vida ao envelhecer. 

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a compreender melhor como funcionam o climatério e menopausa. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

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A menopausa é uma fase muito significativa na vida das mulheres. Embora seja inevitável, infelizmente esse ainda é um momento cercado de tabus. Por isso, muitas mulheres têm pouco conhecimento sobre o assunto e, com a chegada da maturidade, chega também a dúvida: será que o que estou sentindo é sintoma da menopausa? Só quem pode determinar isso é um médico ginecologista, a partir de uma avaliação e de alguns exames. Preparei o artigo a seguir para responder suas dúvidas sobre climatério e menopausa, além de explicar um pouco sobre os exames que costumam ser solicitados para este diagnóstico. 

 

Qual a diferença entre climatério e menopausa?

Vamos começar com uma dúvida bastante frequente entre as mulheres: afinal, qual a diferença entre climatério e menopausa? Muita gente confunde os dois e, apesar de estarem diretamente ligados, são coisas bem diferentes.

Chamamos de menopausa a última menstruação. Ele ocorre durante o climatério, que é o período onde aparecem os famosos sintomas atribuídos à menopausa, como as ondas de calor e as alterações de humor. 

Ou seja: o climatério é o período de transição entre a vida reprodutiva e a vida não reprodutiva da mulher. A menopausa marca o fim da vida reprodutiva. 

Porém, durante o climatério, é comum que a menstruação ocorra de forma mais espaçada, ou seja, falhe em alguns meses. Desta forma, a menopausa só pode ser considerada após 12 meses sem menstruar. 

 

Climatério e menopausa: como saber se cheguei lá?

A maioria das mulheres entra na fase do climatério quando chega na faixa etária entre os 40 e os 50 anos. Como cada corpo é único, esse momento será bastante particular para cada mulher e não é possível generalizar os sintomas. Porém, existem aqueles que são mais comuns e conhecidos, como:

  • Ondas de calor;
  • Irregularidade menstrual
  • Alteração no humor;
  • Baixa libido.

Ao sentir algum destes sintomas dentro da faixa etária considerada, é bastante importante procurar um médico ginecologista para fazer uma avaliação. Através de alguns exames será possível determinar se são sinais da chegada do climatério ou de alguma outra complicação.

 

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Além disso, há mulheres que entram no climatério um pouco antes do esperado. Por isso, mesmo que você não tenha sintomas ginecológicos, é sempre importante manter um acompanhamento com o seu ginecologista. Assim, é possível não apenas detectar doenças em fase inicial e, por consequência, tratar com mais facilidade, como também se preparar melhor para a chegada da menopausa. 

 

Exames realizados para detectar a chegada da menopausa

Você chegou à maturidade, sentiu alguns sintomas e ficou na dúvida se realmente está no climatério. O primeiro passo é procurar o seu ginecologista que, além de uma avaliação, irá solicitar alguns exames de sangue. São exemplos:

FSH: este exame mede a taxa do hormônio folículo-estimulante, um hormônio relacionado à fertilidade, que tem como função promover a maturação dos óvulos. Os valores do FSH variam conforme o período do ciclo menstrual e a idade da paciente, mas níveis muito elevados podem indicar a diminuição da função dos ovários. 

LH: outro hormônio que atua na ovulação e na produção da progesterona, que está associada à fertilidade. Os níveis do LH também mudam conforme o período do ciclo menstrual, mas valores muito elevados podem ser considerados um indicativo da chegada da menopausa. 

Cortisol: o cortisol é produzido pelo organismo com o objetivo de ajudar no controle do estresse. Quando o nível deste hormônio fica elevado, pode alterar o ciclo menstrual ao desregular outros hormônios, afetando a menstruação. Desta forma, investigar os níveis de cortisol serve para verificar se a irregularidade na menstruação é sinal de menopausa ou é consequência de alterações hormonais causadas pelo estresse. 

Prolactina: responsável pela produção de leite durante a gestação e amamentação, a prolactina também atua, aliada a outros hormônios, na ovulação e na menstruação. Desta forma, altos níveis de prolactina no sangue fora da gravidez ou do período de amamentação podem contribuir para o surgimento de sintomas da menopausa. 

hCG: este hormônio é produzido durante a gravidez e tem como função manter a gestação saudável ao evitar a descamação do endométrio, fenômeno que ocorre durante a menstruação. O hCG pode ser medido pelo sangue ou através da urina, e serve para identificar se um sintoma como a falta da menstruação é sinal de gravidez ou da menopausa. 

 

Espero que este artigo tenha ajudado a compreender a diferença entre climatério e menstruação, e como é possível identificar se você chegou nesta fase da vida.

Lembre-se: a menopausa não é nenhum bicho papão! Ela traz muitas mudanças para o corpo e para a rotina da mulher, mas não precisa ser sinônimo de sofrimento. Com acompanhamento médico e alguns cuidados, é possível viver a menopausa com leveza e qualidade de vida.

Um exemplo de tratamento muito eficiente para amenizar os sintomas da menopausa é a reposição hormonal. Clique aqui para saber tudo sobre esta terapia! 

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Até o próximo artigo!


Dra. Patricia Bretz é Ginecologista, obstetra, especialista em Oncologia Ginecológica, Endometriose, Cirurgia minimamente invasiva, Implantes hormonais e Reprodução humana

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