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Os implantes hormonais são grandes aliados no tratamento de doenças ginecológicas, como endometriose e adenomiose. O método é utilizado há muitos anos e pode trazer ainda outros benefícios, como melhora nos sintomas do climatério e da menopausa, além do efeito anticoncepcional. 

Quer saber mais sobre como funcionam os implantes hormonais? Então confira o artigo que preparei com muito carinho para você.

 

O que são implantes hormonais:

Os implantes hormonais são um método de tratamento e uma forma alternativa de uso dos hormônios, para além da pílula oral.  Eles têm a forma de um tubinho, de 3 a 5 cm, feito de silástico, um material semelhante à borracha das próteses utilizadas por humanos. 

O implante é preenchido por hormônios, que vão diretamente para a corrente sanguínea, de forma segura e controlada. Os implantes hormonais normalmente são inseridos na região dos glúteos, no tecido subcutâneo.

Mas atenção: alguns implantes hormonais ficaram conhecidos como “chips da beleza”. Eles receberam esse apelido em função de alguns dos seus efeitos secundários, como auxiliar na diminuição da gordura corporal, da celulite e da flacidez. Porém, é um grande erro utilizar os implantes apenas com foco nestes efeitos. 

Os implantes hormonais podem trazer inúmeros benefícios, se utilizados corretamente, com indicação médica, e para melhorar a qualidade de vida com foco no tratamento de algumas doenças. Caso contrário, podem, inclusive, prejudicar a sua saúde. 

 

Você sabe qual o papel dos hormônios sexuais na sua saúde e qualidade de vida? Clique aqui e descubra mais sobre isso. 

 

Quem deve usar?

Como expliquei no item anterior, os implantes hormonais podem melhorar muito a qualidade de vida e a saúde da mulher. Porém, só devem ser adotados com indicação de um profissional especializado.

Entre estas indicações, está o uso dos implantes para amenizar os sintomas do climatério e da menopausa. São sintomas causados pela queda da produção estrogênio nesta fase da vida, como  os fogachos e as dificuldades para dormir. 

Além disso, os implantes também podem ser indicados como método contraceptivo para quem tem intolerância à pílula. Ou ainda, para mulheres com queixas de queda de libido pelo uso do anticoncepcional oral, ou frequentemente esquecem de tomar da forma correta. 

Quem sofre de endometriose e adenomiose, apresenta cólicas menstruais severas ou sangramento menstrual excessivo também pode se beneficiar com os implantes hormonais.  

 

Tipos de implantes:

Se você está se perguntando se os implantes hormonais são todos iguais, a resposta é não! Existem diferentes tipos de implantes, e cada um é escolhido com base no diagnóstico individual de cada mulher, após consulta com um ginecologista e exames detalhados. 

Conheça alguns tipos de implantes hormonais abaixo:

  • Gestrinona

Duram cerca de um ano e contém 40g do hormônio gestrinona. Costuma ser indicado como anticoncepcional para quem tem problemas com a libido e sangramento menstrual excessivo. Porém, a Gestrinona não pode ser usada durante a amamentação e não é indicada para pacientes que já tiveram trombose e câncer de mama ou endométrio, por exemplo.  

 

  • Estradiol 

O implante de Estradiol costuma ser o mais indicado para mulheres no climatério, por auxiliar no tratamento dos sintomas. Também tem duração de um ano e contém aproximadamente 50 mg do hormônio. 

 

  • Levonorgestrel

Os implantes de Levonorgestrel são indicados para mulheres menopausadas, quando associado ao estradiol e à testosterona. Além disso, também podem ser indicados como anticoncepcionais. 

 

Quer saber mais sobre estes e outros tipos implantes hormonais? Então confira o vídeo onde explico mais sobre os diferentes tipos de implantes e suas indicações:

 

Você sabe como funciona a reposição hormonal na menopausa? Clique aqui que eu te explico tudo!

 

Como ocorre o procedimento: 

Os implantes hormonais são subcutâneos, ou seja, são colocados embaixo da pele, normalmente na região glútea. O procedimento pode ser simples e indolor, feito com anestesia local, e sem necessidade de pontos. Mas lembre-se: deve ser feito sempre com indicação de um ginecologista e aplicado em consultório médico, por um profissional qualificado. 

Os implantes duram de 6 meses a  3 anos. Quer saber mais sobre os implantes hormonais, saúde da mulher ou envelhecimento saudável? Então clique aqui e entre em contato para eu te ajudar com todas as suas dúvidas!


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Talvez você já tenha ouvido falar sobre a reposição hormonal na menopausa. De um lado temos fortes opiniões contrárias, enquanto de outro temos a defesa desse procedimento. Vamos desmistificar esse tema juntas?

O que é a reposição hormonal?

A partir dos anos 60, com a disseminação da pílula anticoncepcional, os estudos sobre hormônios começam a tomar mais espaço no campo médico. Nesse período, a reposição hormonal começou a ser usada. Mas sem muito direcionamento ou estudos para embasar melhor o seu uso.

Nos dias atuais, essa situação já mudou. Hoje temos várias formas de fazer a reposição hormonal através de combinações de estrogênio e a progesterona. A reposição funciona para amenizar os sintomas da menopausa, já que os hormônios são importantes reguladores do corpo. Quer ver só quantos problemas a reposição hormonal na menopausa te ajuda a resolver?

  • Melhora da satisfação sexual por devolver a lubrificação vaginal e diminui a dor durante as relações
  • Diminui os fogachos 
  • Melhora o humor
  • Previne a perda óssea
Não basta sobreviver, é preciso qualidade de vida

Um dos pontos mais importantes da reposição hormonal é a qualidade de vida da mulher. Em um dos vídeos lá no meu canal, eu comento como a vida das mulheres mais velhas tende a ser muito difícil. E grande parte do problema é resolvido quando o corpo volta a receber os hormônios. Isso porque os sintomas depressivos e de irritabilidade podem ser atenuados, e você não precisa ver a menopausa como sinônimo de tristeza.

De que forma os hormônios são inseridos no corpo?

A reposição hormonal é feita através do tratamento medicamentoso. Você pode optar por duas modalidades: os adesivos ou os comprimidos. Além disso, a reposição pode ser feita com apenas estrogênio ou com a combinação de estrogênio e progesterona. Após o início do tratamento, você sentirá os resultados logo nas primeiras semanas e pode seguir o tratamento por até cinco anos.

Entenda mais sobre a reposição hormonal

Fazer ou não fazer: eis a questão

Depende. Essa fase tem sido difícil para você? O ginecologista responsável precisa ponderar tanto os fatores biológicos e emocionais para dizer se você preciso ou não fazer a reposição hormonal. Se você quiser conversar sobre esse assunto, é só clicar nesse link.


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Você com certeza já ouviu falar deles, mas sabe qual é o papel dos hormônios sexuais no seu corpo? Neste artigo quero te ajudar a compreender o que são estes hormônios, de que forma eles atuam no seu corpo e como influenciam na sua saúde e na sua vida. Vem comigo?

Hormônios sexuais: o que é isso?

Os hormônios sexuais atuam como mensageiros químicos no seu corpo. Eles são produzidos e liberados na corrente sanguínea pelas glândulas suprarrenais, e pelas gônadas, órgãos que produzem as células sexuais (gametas), como os ovários e os testículos. 

Além de influenciar na puberdade, no desenvolvimento sexual, no desejo sexual e na reprodução, os hormônios sexuais também têm papel importante na regulação do crescimento ósseo e muscular, nas respostas inflamatórias do organismo, no controle dos níveis de colesterol, na distribuição de gordura no corpo e até mesmo no crescimento do cabelo.

Ao longo da vida, é normal que os níveis dos hormônios sexuais variem, como durante a menstruação, ou no período da menopausa, por exemplo. O uso de algumas medicações e fatores ambientais também podem influenciar, por isso é imprescindível acompanhar o funcionamento hormonal com um ginecologista. 

 

Quais são e qual o papel dos hormônios sexuais femininos?

Os ovários e as glândulas suprarrenais são os principais produtores dos hormônios sexuais femininos: o estrogênio, a progesterona e a testosterona.

  • Estrogênio

Provavelmente você já ouviu falar dele, uma vez que é o hormônio sexual feminino mais conhecido. A maior parte do estrogênio no seu corpo é produzido pelos ovários, mas as glândulas suprarrenais e as células de gordura também têm uma pequena participação na produção. O estrogênio tem função fundamental no desenvolvimento reprodutivo e sexual, que inicia com a puberdade.

  • Progesterona

Importante regulador dos ciclos menstruais, a progesterona também é responsável por preparar o corpo para a gravidez. Este hormônio é produzido pelos ovários, pela glândula suprarrenal e também pela placenta. 

É normal os níveis de progesterona aumentarem durante a ovulação e durante a gravidez, por exemplo, mas quando a quantidade produzida é baixa, pode levar a uma menstruação irregular e dificuldade de engravidar. 

A baixa na progesterona também pode representar um risco maior de complicações no caso de uma gestação já em curso.

  • Testosterona

Mas testosterona não é um hormônio masculino? Sim, a testosterona é o principal hormônio sexual masculino, mas ela também está presente no corpo feminino, em menores quantidades. 

Ela tem participação na menstruação, na fertilidade e no desejo sexual. Além disso, também influencia na produção de glóbulos vermelhos, e produção de massa óssea. 

Hormônios sexuais: puberdade e menstruação

A puberdade feminina costuma começar entre os 8 os 13 anos, quando o corpo inicia um aumento na produção de estrogênio e progesterona. Isso provoca o desenvolvimento de características como o crescimento de pelos nas axilas, pernas e região pubiana; desenvolvimento das mamas; maior acúmulo de gordura na região dos quadris, coxas e nádegas; alargamento da pelve e quadris; aumento da oleosidade na pele e aumento de altura.

A primeira menstruação pode ocorrer entre os 8 e os 15 anos. O ciclo menstrual regular dura normalmente cerca de 28 dias, mas pode variar entre 24 e 38. Este ciclo é composto por três fases, que coincidem com as mudanças hormonais. O primeiro dia da menstruação representa o início de um novo ciclo. Durante este período, os níveis de estrogênio e progesterona estão baixos, o que pode influenciar na irritabilidade e nas alterações de humor.

A chamada fase folicular compreende o período de crescimento do folículo nos ovários, processo que origina o óvulo. Neste momento, os níveis de estrogênio vão crescendo aos poucos, o que estimula a liberação de endorfinas, que melhoram o humor e aumentam a energia. O estrogênio também é responsável por enriquecer o endométrio, preparando o útero para a gravidez.

Logo em seguida inicia a fase ovulatória, quando os níveis de estrogênio chegam ao pico, fazendo com que o óvulo seja liberado. Por sua vez, na fase lútea da menstruação, é quando o óvulo chega ao útero. O folículo que foi rompido para originar o óvulo libera progesterona, que também fortalece o endométrio. O óvulo se fixa na parede uterina e, se não fertilizado, faz com que os níveis de estrogênio e progesterona diminuam, o que marca a semana pré-menstrual. 

Quando o óvulo não fertilizado e o revestimento do útero deixam o corpo, na forma de menstruação, ocorre o fim de um ciclo e o início de um novo. 

 

Entender o funcionamento do ciclo menstrual é muito importante para a sua saúde. Clique aqui e confira um conteúdo sobre este assunto.

 

Hormônios sexuais na gravidez

Durante a gestação, o corpo da futura mamãe produz diversos hormônios. Inclusive, é o aumento do nível desses hormônios que produz alguns dos primeiros sintomas da gravidez, como náuseas e vômitos. 

A progesterona atua na construção de um colo do útero mais grosso e na formação do tampão mucoso. Além dela e do estrogênio, outros hormônios têm papel importante na gravidez, como a relaxina, que ajuda a evitar contrações do útero antes do parto; e o lactogênio placentário humano (HPL), que auxilia a regular o metabolismo da mãe e a nutrir o feto. 

Com o fim da gravidez, os hormônios voltam ao normal. Porém, quem amamenta pode sofrer uma queda no nível de estrogênio, o que acaba impedindo temporariamente a ocorrência de novas ovulações. 

 

Os hormônios sexuais na menopausa

A menopausa costuma ocorrer por volta dos 50 anos, quando a pessoa para de menstruar e não é mais possível engravidar. Chamamos de perimenopausa o período de transição que antecede a menopausa.  Este momento da vida é marcado por grandes alterações nos níveis hormonais, o que pode trazer diversos sintomas, como irregularidade no ciclo menstrual, secura vaginal, mudanças de humor, dificuldade para dormir, e as famosas ondas de calor. 

Descubra aqui como a nutrição pode ajudar a amenizar os sintomas da menopausa.

A perimenopausa pode durar de 2 a 8 anos. Consideramos que a menopausa chegou quando a pessoa passa um ano inteiro sem menstruar. A partir da menopausa, os ovários continuam a produzir estrogênio e progesterona, mas em quantidades muito menores. Os níveis baixos de estrogênio podem levar à redução do desejo sexual e à perda da densidade óssea, por isso, é importante estar alerta em relação à osteoporose. A alteração nos hormônios nesta fase da vida também pode aumentar os riscos de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).


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Durante a menopausa diversas coisas mudam no corpo da mulher e entre essas mudanças temos a saúde íntima na menopausa. Isso porque a queda de hormônios como o estrogênio e a progesterona afeta diretamente funções fundamentais do nosso corpo, como a saúde íntima. No artigo de hoje quero te ajudar a entender como a sua saúde íntima é afetada durante a menopausa, vamos juntas?

1. A sua lubrificação muda

A lubrificação vaginal é uma função fundamental para uma boa vida sexual, e nós já sabemos como isso é importante em todas as fases da vida da mulher, não é? Mas além disso, a lubrificação também tem função de manter a vagina saudável independente de existir excitação sexual ou não, já que a região vaginal é naturalmente úmida. Para eu te explicar melhor, vamos dar uma olhada na nossa amiguinha?

fonte: catraca livre

A nossa vagina possui dois conjuntos de glândulas que viabilizam nossa lubrificação: as glândulas de Skeene, as quais se localizam na entrada do útero e têm funções de manter a região úmida no dia a dia. Já as glândulas de Bartholin, as quais ficam bem no início do nosso canal vaginal, possuem funções maiores de lubrificação durante a excitação sexual. Durante a menopausa a saúde íntima sofre “cortes” na produção hormonal, diminuindo a atuação dessas glândulas, gerando a tão temida secura vaginal.

2. As coisas mudaram, mas nem tanto assim

Nós mulheres temos uma cultura muito forte em nos preocuparmos com a saúde da nossa vagina: diferente dos homens nós frequentamos médicos ginecologistas desde muito jovens. Esses cuidados básicos que aprendemos desde antes do início da vida sexual seguem valendo. A sua saúde íntima na menopausa depende dos cuidados básicos como manter o uso de camisinha em relações sexuais (porque camisinha não previne somente gravidez, não esqueçam meninas).

Além disso, mantenha sua região íntima higienizada. Aqui não é necessário fazer uso de produtos para “perfumar” a área como muitas vezes somos levadas a acreditar. Eu sempre diso que o ideal é você sempre optar por um sabonete neutro e ficar atenta aos sinais que sua vagina dá, como corrimentos, mudanças de textura ou sangramentos.

3. Facidez é normal

Nós somos acostumadas, desde jovens, a pensar que os corpos representados na mídia são os ideais, e isso se aplica a nossa vagina também. Por isso os padrões de juventude e de vaginas padronizadas podem nos levar a pensar que existe algo de errado com nossa saúde íntima na menopausa, já que nessa fase ocorre o fenômeno da flacidez.

A vagina é revestida pela nossa pele, e a pele está sujeita a perda de colágeno. Essa proteína tem sua produção diminuída durante a menopausa, o que deixa nossa pele mais fácida e enrrugada. E isso é normal!

Nenhuma vagina se mantem lisinha para sempre, não fique presa apenas à estética: está tudo bem, o envelhecimento vaginal faz parte da nossa vida, desprenda-se dos padrões.

A fase da menopausa ou climatério não precisa ser tratada com um tabu ou ignorada. É importante que nós normalizemos o momento de vida em que você se encontra é fundamental para se sentir mais feliz e tranquila.

Se você quiser saber mais sobre a menopausa, separei um vídeo lá no meu canal para conversarmos mais, vamos lá?

 


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02/04/2021 Menopausa

Usar a nutrição como forma de amenizar os sintomas da menopausa é uma ótima maneira de levar essa fase de uma forma leve e sem tantas surpresas. Isso porque o nosso corpo começa a necessitar de maiores cuidados, dada as mudanças nas cargas hormonais. Vamos ver de que forma a nutrição pode ser o seu aliado nesse momento.

Ciclo menstrual: entender o funcionamento é importante para a saúde

Consuma alimentos antioxidantes

Os antioxidantes são alimentos que amenizam os sintomas da menopausa no sentido de auxiliar na transição hormonal pela qual a mulher passa. Além disso, os antioxidantes previnem o aparecimento de rugas e melhoram a sua disposição. Alguns alimentos ricos em antioxidantes:

  • Nozes
  • Manga
  • Frutos do Mar
  • Azeite de oliva

Além de poderosos antioxidantes, esses alimentos possuem alta carga de vitamina E, a qual ajuda e melhorar a hidratação da sua pele.

Ômega 3

Consumir ômega 3 auxilia na manutenção do colesterol ruim. Além disso, sabemos que esse ácido graxo é de alta importância para a manutenção de sintomas como ansiedade e depressão, muito comuns nesse período. Assim, o consumo de ômega 3 pode ser feito através de suplementação com acompanhamento médico, ou através da inserção de certos alimentos na sua dieta, como peixes com maior índice de gordura. Alguns alimentos ricos em ômega 3:

  • Salmão
  • Atum
  • Folhas verdes mais escuras como couve
  • Amendoim
Descasque mais, desembrulhe menos

A ingestão de alimentos processados diminui a quantidade de nutrientes que a comida possui, deixando pouco ou nada de nutrientes. Além disso, os alimentos processados agravam os sintomas da menopausa, isso porque geralmente são ricos em gorduras saturadas, os quais acentuam ainda mais os desequilíbrios hormonais.

Já os alimentos in natura oferecem fontes de vitaminas completas. Uma boa ideia é investir nos superalimentos para “turbinar” a sua alimentação durante a menopausa.

O mais importante para amenizar s sintomas da menopausa é se manter em contato com uma equipe qualificada para te auxiliar em todos os âmbitos nessa fase que, embora possa parecer assustadora, não precisa ser encarada desta forma. Caso você queira conversar, o que acha de marcarmos uma consulta? É só clicar aqui, te vejo lá!

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25/03/2021 Menopausa

Você percebe que algo está diferente com o seu seio e encontra um caroço. Seu primeiro pensamento é que se trata de um câncer, mas, na verdade pode ser apenas cistos mamários na menopausa.

 

Claro que se você notar alguma alteração nas mamas, procure seu médico imediatamente para verificar, mas não entre em pânico. A maioria dos nódulos mamários é benigna, o que significa que não é câncer. 

 

Nódulos benignos da mama geralmente têm bordas lisas e podem ser movidos ligeiramente quando você os empurra. Eles são frequentemente encontrados em ambos os  seios e na menopausa são mais comuns do que parece.

 

Para explicar sobre eles, como identificá-los e quais são suas causas, confira o artigo que preparei sobre o tema!

 

O que são cistos?

A maioria dos cistos se desenvolve rapidamente e permanece do mesmo tamanho. Um pequeno número diminui ou continua a crescer. 

 

Os cistos geralmente são pequenos demais para serem sentidos. No entanto, na ultrassonografia, eles aparecem como uma forma clara e redonda com um contorno distinto. 

 

É possível sentir cistos maiores no tecido mamário. Eles podem ser firmes ou macios. Frequentemente, as mulheres apresentam mais de um cisto por vez.

 

Os cistos não são prejudiciais ou perigosos, mas às vezes são desconfortáveis ​​ou dolorosos. Não há uma explicação clara sobre a causa dos cistos.

 

Sabemos apenas que são muito comuns e podem afetar mulheres de qualquer idade. Porém, os cistos são especialmente comuns em mulheres entre 45 e 50 anos. 

 

Mas eles costumam aparecer com a menopausa, quando os hormônios da mulher estão mudando rapidamente, e desaparecem quando a menopausa termina. Mulheres que fazem terapia de reposição hormonal (TRH) costumam ter cistos mamários com maior frequência.

 

Leia também::: O que é menopausa precoce e como diagnosticar?

 

Cistos e câncer

Para muitas mulheres, a maior preocupação com um cisto é se ele é, ou se tornará, câncer. Por isso, é importante deixar claro: cistos não são cânceres. Eles não têm maior probabilidade de se tornarem cancerosos do que qualquer outra parte da mama. 

 

Não há evidências de que os cistos causem câncer. Ter um câncer na mesma área de um cisto é uma coincidência.

 

Em geral, um exame físico e um ultrassom geralmente fornecem informações suficientes para o médico diagnosticar um cisto.

 

Por exemplo, se um cisto for grande o suficiente para ser palpado, o médico geralmente se oferece para drená-lo com uma agulha. Embora os cistos não sejam perigosos, sua drenagem remove o caroço e geralmente ajuda as mulheres a pararem de se preocupar. 

 

Os médicos geralmente não drenam cistos que podem ser vistos na ultrassonografia, mas são pequenos demais para serem palpados.

 

Para drenar um cisto, o médico usa uma agulha para retirar o líquido. Este processo é denominado Punção Aspiração por Agulha Fina (PAAF). A agulha é mais fina do que a usada para tirar sangue. 

 

A PAAF pode ser desconfortável, mas geralmente não é dolorosa. Mulheres que sentiram alguma dor dizem que ela passa rapidamente.

 

O líquido em um cisto em geral é claro ou colorido (por exemplo, amarelo, verde, laranja ou preto). Este fluido é normal e não é necessário enviá-lo para teste.

 

Cistos mamários na menopausa

Os cistos drenados se reduzem a nada. Normalmente, nenhuma ação adicional é necessária.

 

Além disso, é comum que cistos mamários na menopausa voltem a surgir. Podem ser cistos que se recarregam com líquido ou podem ser novos. Em geral, eles não são perigosos e são tratados da mesma forma que o primeiro.

 

Seu cisto não aumenta o risco de câncer de mama. Porém, você deve seguir as recomendações para o rastreamento do câncer de mama para mulheres de sua idade e histórico familiar.

 

Portanto, todas as mulheres precisam estar atentas a quaisquer alterações em seus seios que não sejam normais para elas. Mas se você tiver qualquer alteração em sua mama que seja diferente de suas alterações hormonais usuais, você deve verificar com seu médico imediatamente.

 

Espero que os casos de cistos mamários na menopausa possam ter sido explicados. E caso queira receber mais dicas e informações diretamente no seu e-mail, assine minha newsletter. É só clicar no botão abaixo!

 

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02/03/2021 Menopausa

Às vezes, as mulheres podem sentir sensações estranhas no corpo e se questionar se não se trata da menopausa precoce. Afinal de contas, os sintomas são bastante parecidos com os vividos quando se chega a essa fase da vida.

 

A menopausa é o período da vida da mulher em que os períodos menstruais cessam. É definida clinicamente como a ausência de períodos menstruais por 12 meses consecutivos.

 

A idade média da menopausa natural é entre os 45 e 55 anos, mas às vezes, pode ocorrer mais cedo devido a doenças, fatores genéticos ou cirurgia. Também há uma grande variação entre as mulheres em relação ao período normal da menopausa.

 

Mas o que é a menopausa precoce?

A menopausa quando acontece antes dos 40 anos é considerada uma menopausa precoce ou prematura. Uma das causas médicas conhecidas é a falência ovariana prematura.

 

Tecnicamente, falência ovariana prematura não é o mesmo que menopausa prematura. Na falência ovariana prematura, os ovários param de funcionar normalmente antes dos 40 anos. Mulheres com essa condição ainda podem ocasionalmente ter períodos menstruais, mas geralmente apresentam infertilidade. 

 

A insuficiência ovariana prematura geralmente é acompanhada pela insuficiência ovariana primária e pelos sintomas da menopausa prematura.

 

Quais as causas?

A menopausa precoce  também pode ser causada por tratamentos para câncer ou outras condições que envolvem quimioterapia e/ou radioterapia na pelve. Esses tratamentos podem danificar os ovários e resultar em falência ovariana.

 

A cirurgia para remover os ovários, seja para doenças benignas ou malignas, resulta em menopausa precoce se ambos os ovários forem removidos. A cirurgia para remover o útero resulta na menopausa apenas no sentido de que o sangramento menstrual não ocorre. Nesse caso, os ovários continuarão a produzir hormônios.

 

Outras causas pouco frequentes que podem levar à menopausa precoce incluem medicamentos, doenças crônicas, tumores hipofisários e hipotalâmicos, distúrbios psiquiátricos e outras condições relativamente raras ou indefinidas.

 

Os sintomas da menopausa precoce

Os sintomas da menopausa precoce podem ser percebidos como problemas físicos, distúrbios emocionais ou problemas associados ao funcionamento sexual. Além disso, os sintomas são os da menopausa típica e podem incluir:

 

  • Mudanças de humor
  • Secura vaginal
  • Mudanças na cognição e memória
  • Ondas de calor
  • Desejo diminuído de sexo
  • Distúrbios do sono
  • Ganho de peso
  • Suor noturno
  • Dor vaginal durante a relação sexual

 

Os períodos menstruais irregulares geralmente precedem a menopausa e podem começar anos antes de os períodos realmente cessarem.

 

Como é feito o diagnóstico?

Não são necessários exames especiais para determinar a ausência de períodos menstruais, mas às vezes as mulheres começam a ter sintomas de menopausa e períodos irregulares.

 

Nesse ponto, é importante consultar um médico. Eles podem pedir testes para determinar sua função ovariana. Por exemplo, testes podem ser feitos para descartar gravidez ou outras causas de perda de menstruação, como certas doenças da tireóide. 

 

Além disso, o nível de hormônio folículo-estimulante (FSH) é frequentemente medido no sangue para determinar se uma mulher está se aproximando da menopausa e para verificar o estado funcional de seus ovários. 

 

O FSH estimula os ovários a produzirem estrogênio, então os níveis desse hormônio aumentam quando os níveis de estrogênio caem. Níveis de FSH acima de 40 mIU / ml é diagnóstico da menopausa. Os níveis de hormônios ovarianos, como o estradiol, também são ser medidos, pois níveis baixos (níveis menores que 32 pg / ml) são sugestivos de menopausa.

 

Há tratamento?

Não existe tratamento que possa reverter ou prevenir a menopausa precoce. No entanto, as mulheres que atingiram a menopausa têm opções de tratamento que podem ajudar a controlar os sintomas desagradáveis.

 

Entre eles estão a reposição hormonal, a mudança no estilo de vida, uma mudança na alimentação — ao incluir alimentos que estimulam a produção de estrogênio —, a prática de atividades físicas, entre outros.

 

Esteja atenta aos sinais do corpo. Apesar de não ser tão comum, a menopausa precoce é uma realidade e caso perceba que possa estar passando por esse momento, procure seu médico. Ele saberá diagnosticar com exatidão suas causas e indicar tratamentos que aliviem os sintomas. 

 

Portanto, se gostou do artigo sobre menopausa precoce, me siga nas redes sociais. Tenho canais no Facebook, Instagram e Youtube repleto de dicas para sua melhor qualidade de vida.

 


Dra. Patricia Bretz é Ginecologista, obstetra, especialista em Oncologia Ginecológica, Endometriose, Cirurgia minimamente invasiva, Implantes hormonais e Reprodução humana

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