Blog da Clínica

ÚLTIMAS NOVIDADES

O-que-sao-miomas-uterinos.jpg

Os miomas uterinos são tumores benignos causados por problemas hormonais que aumentam as fibras musculares, criando pequenos nódulos. 

Os miomas uterinos

Geralmente os tumores benignos aparecem durante a idade fértil de uma mulher. Nesse sentido, o mioma uterino é formado no tecido muscular e pode ser chamado também de fibrose. 

Agende sua consulta comigo

Por ser benigno, é bastante difícil que evolua para um quadro problemático. Porém, é importante se manter alerta para a existência dos miomas e manter uma rotina de exames com a sua ginecologista. 

O que causa o aparecimento de miomas

A causa dos miomas ainda não é muito clara. O que nós sabemos é que eles surgem quando células do tecido muscular começam a se multiplicar de forma exagerada. Por isso, é possível relacionar os miomas aos problemas hormonais. Nesse sentido, existem registros de um maior número de mulheres que fazem reposição hormonal apresentando miomas. 

Tipos de miomas

Existem três categorias de miomas que eu posso citar aqui:

  • Subseroso: é o tipo de mioma que surge na parte externa do útero
  • Intramural: esse tipo aparece dentro das paredes do útero 
  • Submucoso: se desenvolve dentro da cavidade uterina

Sintomas

O mais comum é o mioma não ter sintoma nenhum, porém, quando existe a presença de vários é possível que alguns sinais apareçam. Entre eles eu posso destacar as cólicas mais intensas, dor na relação sexual, prisão de ventre e até um período menstrual prolongado. 

Nesse sentido, sempre que possível, mantenha os seus exames em dia e um calendário de rotinas e check up com seu ginecologista. Assim você evita sustos ou problemas que são evitáveis. Se você busca entender mais sobre o universo da saúde da mulher, te convido a se inscrever no meu canal no youtube. Lá eu falo mais sobre saúde da mulher, menopausa e sexualidade!

 

ASSISTA: Atenção aos sinais da endometriose


A-importancia-da-dieta-anti-inflamatoria-nos-casos-de-endometriose.jpg

A endometriose é uma doença sem cura, porém, uma dieta anti inflamatória é um aliado importante nessa luta diária. 

Endometriose é uma doença inflamatória

Nós chamamos de endometriose a condição que faz com que o tecido que reveste o útero cresça para o lado de fora.  Essa doença é crônica, portanto não possui cura, apenas tratamento. 

ASSISTA: ENDOMETRIOSE TEM CURA

Sendo uma doença inflamatória, apostar em alimentos que evitem inflamar o seu organismo é uma boa pedida. Segundo especialistas do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), uma dieta anti inflamatória tem o poder de atenuar os sintomas da endometriose, além de prevenir o agravamento dela. Falando em sintomas, os que mais apresentaram melhoras com essa mudança na alimentação são as cólicas, dor na relação sexual e dor pélvica. 

LEIA TAMBÉM: Existe idade máxima para engravidar?

A dieta anti inflamatória 

A ideia central de uma dieta anti inflamatória é o consumo de alimentos não processados e o uso de ingredientes naturais na preparação de refeições. Parece óbvio, né? Mas não é, isso porque, muita gente nem percebe a quantidade de alimentos ultraprocessados e inflamatórios que consomem. 

Sobre esse assunto, o Guia Alimentar da População Brasileira aponta um ingrediente muito popular na nossa cozinha: os temperos em tabletes. Neste guia, produzido pelo ministério da saúde, a gente descobre que eles são ultraprocessados e possuem uma quantidade absurda de sódio e saborizantes na composição. E aí entra o problema: a gente acha que está fazendo uma comidinha super saudável como um feijão com arroz, mas só por adicionarmos um tempero desses, vai tudo por água abaixo. 

BAIXE MEU EBOOK GRATUITO: COMO SE PREPARAR PARA A MENOPAUSA

É por isso que é tão importante você prestar atenção aos ingredientes que usa na hora de preparar a refeição. Por exemplo, você pode substituir o tempero pronto por um temperinho caseiro. Na internet você encontra várias receitas de conservas e caldos caseiros, sem adição de nenhum ultraprocessado. Além disso, mantenha o acompanhamento nutricional e ginecológico em dia, assim você garante uma minimização máxima dos sintomas da endometriose. 

Se você gostou desse conteúdo, não deixe de me seguir nas minhas redes e acompanhar o meu canal no youtube, tem conteúdo fresquinho lá quase todos os dias. Te vejo, lá! 


O-papel-da-microbiota-intestinal-na-saude-da-mulher.jpg

A microbiota intestinal pode ser um fator decisivo quanto aos sintomas depressivos nas mulheres. Inclusive, você sabia que, na medicina, nós chamamos o intestino de “segundo cérebro”?

O que é a microbiota intestinal?

A microbiota, ou flora intestinal, é o nome dado para o conjunto de microorganismos que vivem no nosso intestino. Dentre eles, temos bactérias, vírus, fungos e protozoários. Pode parecer estranho o fato de termos bactérias vivendo dentro de nós, mas elas são de extrema importância para o nosso organismo. Até porque, esses microoganismos são responsáveis, por exemplo, pela fermentação de alguns carboidratos, biossínteses de vitaminas e pelo fortalecimento do sistema imunológico. 

MEU EBOOK GRATUITO “A VIDA DA MULHER NA MENOPAUSA”

Outra coisa importante, é que essa microbiota precisa de manutenção, feita através da nossa alimentação.  Dessa forma, a sua composição vai alterando em questão de diversidade e é por isso que eu sempre reforço a importância de termos uma alimentação variada. 

ASSISTA: A importância da microbiota vaginal

O eixo cérebro <-> intestino

Nós chamamos de eixo o sistema de comunicação neuro-hormonal que existe entre o cérebro e o intestino. Nesse sentido, o intestino, que é composto por algumas das mesmas células neurais que o cérebro, pode tanto enviar “mensagens” quanto funcionar de forma independente ao cérebro. Uma coisa legal sobre esse assunto, é da que aqueles “friozinhos” na barriga que nós sentimos quando estamos nervoso, são um exemplo dessa comunicação.

A saúde da mulher

LEIA MAIS: 5 dicas para uam vida sexual ativa na terceira idade

A nossa microbiota começa a se desenvolver quando somos bebês e segue se desenvolvendo ao longo de toda a vida. Como eu falei acima, é muito importante mantermos uma dieta com bastante variedade nutricional. Te falo isso porque, como a microbiota trabalha lado a lado com o nosso sistema imunológico, quanto mais variada a dieta, melhor serão as nossas defesas naturais. Mas além disso, o fator de “ensinar” o nosso corpo a diferença entre o que é um nutriente e o que é uma toxina prejudicial é importante. e também depende de uma dieta variada. 

Espero que esse artigo tenha sido útil para você. E se você quiser acessar ainda mais conteúdos sobre saúde da mulher, menopausa e sexualidade, te convido a se inscrever no meu canal lá no youtube e me seguir no Instagram.


5-dicas-para-manter-uma-vida-sexual-ativa-na-terceira-idade.jpg

É comum as pessoas pensarem que a terceira idade é um sinal de morte da vida sexual ativa. Mas quem me conhece e me segue lá nas minhas redes já sabe que isso não é verdade. Por isso, hoje eu vou te dar 5 dicas de como manter uma vida sexual ativa nessa fase da vida.

Libido na maturidade

Para as mulheres, com a chegada da menopausa, os níveis de estrogênio podem chegar a níveis tão baixos que chegam quase a sumir. Porém, com uma reposição hormonal adequada esse problema pode ficar no passado. Mas se engana quem pensa que apenas as mulheres têm uma queda no desejo sexual com a chegada da maturidade.  Isso porque, embora não seja tão difundido, os homens passam pela andropausa, que é uma fase da vida em que a testosterona no organismo diminui, um processo parecido com o da menopausa. Nesse sentido, tanto homens quanto mulheres experienciam uma queda no desejo sexual, mas isso não significa o fim.

A maturidade pode ser uma nova oportunidade para você e seu parceiro, ou parceira, redescobrirem o sexo. Falo isso, porque muitas vezes a relação sexual é somente associada ao ato de penetração, o que é mais difícil para alguns casais nessa fase. Por isso, aqui abaixo você pode conferir 5 dicas que vão te ajudar a manter a chama acesa durante a maturidade.

ASSISTA: Os tipos de orgasmos femininos

  • Ressignifique a relação sexual

Como eu falei antes, repensar a forma como você percebe uma realção sexual é de muita importancia quando falamos em sexo na maturidade. Embora a penetração seja considerada popularmente “o sexo em si”, isso não é verdade. Essa história de que só há relação sexual quando há penetração é algo antigo, isso porque o ato de penetrar tem mais a ver com uma relação voltada para a reprodução. Se eu pudesse te dar uma dica, seria a de explorar o seu corpo e do seu parceiro. Por que é somente dessa forma que vocês poderão descobrir novos prazeres juntos. 

  • Conversem (muito!) entre si

Bater um papo sobre sexo pode parecer assustador, principalmente para quem vem de uma geração onde o assunto era um absoluto tabu. Mas não precisa – e nem deve – ser assim. Inclusive, a falta de um diálogo aberto sobre o tema é o motivo de muitos casais passarem a vida toda se sentindo incompatíveis na cama. 

  • Invista em amor

Parece estranho falar isso, ainda mais quando você já possui um parceiro de longa data, mas vou te falar uma verdade que talvez você tenha esquecido: o amor é o melhor tempero para uma boa vida sexual. Nesse sentido, manter uma rotina de momentos reservados só para vocês dois é bastante importante. E nesses momentos, investir no romance é tudo de bom.

Os níveis de estradiol no humor da mulher

  • As fantasias ajudam

Não, eu não estou falando em vestir fantasias – mas pode ser também! Aqui eu estou falando em reativar aquelas fantasias que habitam a nossa mente, e a melhor forma de fazer isso é consumindo conteúdos relacionados ao erotismo. E eu sei que sites com esse tipo de material podem ser muito agressivos e intimidadores, por isso, uma alternativa mais saudável são os podcasts. Aqui nesse link o uol listou alguns podcasts que podem ajudar no caminho do erotismo.

  • Consulte a sua ginecologista 

Uma vida sexual saudável, independente da idade, precisa de uma boa saúde íntima. E para isso, o acompanhamento ginecológico é fundamental e pode também te ajudar a entender melhor as mudanças pelas quais o seu corpo passa. E se você está buscando esse acompanhamento enquanto lê esse post, você pode marcar uma consulta comigo, o link para o agendamento é esse aqui: CLIQUE PARA AGENDAR A SUA CONSULTA.


Existe-idade-maxima-para-engravidar.jpg

A idade máxima para engravidar pode parecer um cronometro assustador para algumas mulheres. Mas é importante entender que o planejamento familiar é fundamental para que você não precise correr contra o tempo quando for o momento de gerar o seu bebê. Nesse artigo eu quero te explicar se existe uma idade máxima para engravidar.

 

A fertilidade tem prazo de validade?

É fato que a nossa capacidade de engravidar diminui conforme os anos passam. Para você entender melhor, funciona assim: quando as mulheres têm a sua primeira menstruação, se inicia uma curva de fertilidade, que atinge o seu pico entre os 20 e 25 anos de idade. 

Depois dessa etapa, a fertilidade começa a decair cada ano mais. Inclusive, quando nós nascemos, os óvulos – todos eles – nascem dentro de nós. Isso quer dizer que nós não produzimos novos óvulos ao longo da vida. Então, esses que nasceram com a gente, envelhecem também!  

 

Qual a idade máxima para engravidar?

Como tudo na medicina: depende do seu organismo, não existe uma resposta exata. Até acontecem casos em que mulheres engravidam em idades bem improváveis, mas são mais raros. 

Em linhas gerais, podemos estipular que até os 40 anos é possível engravidar de forma natural. Acima dos 40 ainda é possível uma gravidez, porém precisamos estar cientes de que nessa idade os óvulos podem começar a apresentar defeitos nos cromossomos. Isso quer dizer que é mais fácil termos um bebê com problemas de má formação, por exemplo.  

Uma gravidez acima dos 40 anos pode ser mais segura quando feita através da doação de óvulos, ou até o uso de óvulos da própria mulher congelados anteriormente. 

 

Tratamento de fertilidade funciona acima dos 40?

É possível sim que o tratamento de fertilidade te ajude a conseguir gerar o seu bebê, mas é necessário que o seu organismo – e do parceiro – seja avaliado. Um dos tratamentos que tem bastante eficácia é a fertilização in vitro e esse é um dos tratamentos que eu ofereço aqui na Nova Vitta. Se você quiser conversar comigo sobre esse tratamento, é só clicar aqui para marcar uma consulta.

COMO FUNCIONA O ATENDIMENTO NA MINHA CLÍNICA?

Aqui também eu deixo um vídeo que eu gravei explicando melhor como funciona esse tratamento: FERTILIZAÇÃO IN VITRO


A-influencia-dos-niveis-de-estradiol-no-humor-da-mulher.jpg

O nível do hormônio estradiol no organismo da mulher pode ser o responsável por grandes oscilações de humor. E essas oscilações geralmente ficam mais acentuadas durante a menopausa.

LEIA TAMBÉM: Osteoporose: por que é mais comum na menopausa?

Qual a função do estradiol?

Esse hormônio é produzido pelo folículo ovariano e é um importante regulador do seu ciclo menstrual. Mas além disso, o estradiol é um componente responsável por mais de 400 funções reparatórias no nosso corpo. Ele também é um componente excitatório,  isso significa que o estradiol é responsável por nos deixar mais alegres e felizes. Para você entender melhor, olha só como funciona a relação do estradiol e a progesterona: enquanto a progesterona fica responsável por nos manter calmas e nos fazer dormir melhor, o estradiol é o contrário e nos mantém mais “para cima”. 

Com a chegada da menopausa os dois hormônios oscilam até chegarem em níveis baixíssimos. Daí entram tanto os problemas para dormir e se manter calma (queda da progesterona), quanto os problemas associados à depressão e ansiedade (queda no estradiol).

BAIXE MEU E-BOOK GRATUITO: Como se preparar para a menopausa?

É possível aumentar o nível de estradiol

Sim! O caminho para isso é a reposição hormonal. Inclusive, tem um vídeo lá no meu canal explicando certinho como funciona esse processo, você pode conferir clicando aqui.

Com a reposição hormonal é possível não só regular o estradiol, mas também a progesterona. Mas além da reposição, manter uma alimentação balanceada – e principalmente variada – você consegue manter os níveis deste hormônio tão importante sempre em dia. Assim você garante uma alta qualidade de vida. 

Inclusive, se você busca atendimento especializado para reposição hormonal e saúde da mulher, é só clicar nesse link e agendar uma avaliação comigo, te vejo lá!


Principais-exames-indicados-para-uma-gravidez-segura.jpg

Para uma gravidez segura e mais feliz, é de extrema importância que você saiba quais exames são indicados para essa fase. Isso porque, além de garantir a segurança da futura mamãe e do bebê, é com um acompanhamento adequado de que você irá conseguir compreender tudo o que está acontecendo com o seu corpo e mente. Dessa forma você passa por esse momento da forma mais feliz e saudável possível.

 

Principais exames indicados para a gravidez segura

Cada gravidez é única e o seu médico pode solicitar diversos exames. Mas alguns deles são obrigatórios em todas as gestações, vou listar eles abaixo:

 

  • Ultrassonografia do primeiro trimestre 

Geralmente ele é feito via transvaginal e tem objetivo de identificar se a gestação é tópica ou ectópica, como está o bebê, se há a possibilidade de serem gêmeos, medição do feto e avaliar o útero e ovário.

ASSISTA: A anatomia do ÚTERO interfere na FERTILIDADE?

  • Ultrassonografia obstétrica (trimestres 2 e 3)

Nessa etapa, os exames realizados no primeiro trimestre funcionam como parâmetro de normalidade do desenvolvimento do bebê. Esse exame é realizado em laboratório e pretende verificar a posição do feto, o seu peso e bem estar. Além disso, também verifica a qualidade da placenta, cordão umbilical e líquido amniótico.

  • Ultrassonografia obstétrica com dopplervelocimetria  

Esse exame é complementar à ultrassonografia obstétrica e avalia o ambiente vascular, tanto do bebê quanto da mamãe. Dessa forma, é possível identificar um crescimento prejudicado do bebê, por exemplo. 

  • Perfil biofísico fetal 

O exame busca avaliar o bem estar do bebê de uma maneira geral, através de 5 pontos específicos – os movimentos do corpo, o volume do líquido amniótico, tônus, a respiração do bebê e o coração. 

  • Cardiotocografia

A finalidade do exame é avaliar o bem estar cardíaco do bebê e é realizado a partir da 28° semana de gestação e a avaliação do coração é feita por 20 minutos. 

LEIA: OS PILARES DO ENVELHECIMENTO ATIVO 

Além desses exames acima, ainda existem diversas ultrassonografias que são feitas para verificar má formação no feto, verificação dos órgãos do bebê, as condições uterinas para o trabalho de parto, entre outros tópicos que garantem uma gestação segura.

Espero que esse artigo tenha ajudado a clarear as suas ideias sobre exames de pré-natal e o que esperar dessa parte da gestação. Se você gostou desse conteúdo, não esqueça de me seguir lá no Youtube e nas minhas redes sociais, te vejo lá!

 


Andropausa-quais-sao-os-principais-sintomas-no-homem.jpg

Muito ouvimos falar sobre menopausa e as mudanças hormonais que a antecedem. Mas será que o corpo masculino passa pelo mesmo processo? Vem ler este artigo para descobrir! Nele vou explicar um pouco sobre o que é e quais são os sinais da andropausa. Uma dica: apesar do nome parecido e de algumas semelhanças, não funciona da mesma forma que a menopausa. Boa leitura!

 

O que é andropausa?

Algumas pessoas nunca ouviram falar da andropausa, já outras acreditam que ela é uma espécie de “menopausa masculina”. Na verdade, até existem algumas semelhanças, principalmente em relação aos sinais da andropausa, que pode lembrar um pouco os sintomas da transição menopausal, mais conhecida como climatério. Isso acontece porque, assim como no caso do climatério, a andropausa está relacionada à produção hormonal.

A deficiência androgênica masculina, popularmente conhecida como andropausa, é uma condição natural do corpo masculino, que costuma iniciar entre os 40 e 55 anos de idade. E ela também se caracteriza pela queda na produção de alguns hormônios, principalmente a testosterona. 

Porém, ao contrário da menopausa, a andropausa não é inevitável. Ou seja, alguns homens não passarão por ela. As chances de desenvolver a andropausa são maiores em casos de sedentarismo, tabagismo e alcoolismo, por exemplo. 

Além disso, a andropausa não tem fim. Os corpos femininos vivenciam o declínio da produção hormonal até a chegada da menopausa, a última menstruação, que sinaliza o fim da idade fértil. A partir de então, esse corpo para de produzir hormônios como a progesterona e o estrogênio. Por sua vez, no caso da andropausa, o corpo masculino produz cada vez menos testosterona, mas sem uma data para terminar e sem perder a capacidade fértil. 

 

Leia também::: Por que algumas mulheres não têm sintomas na menopausa?

 

Os sinais da andropausa

Os sinais da andropausa costumam causar bastante incômodo e comprometer a qualidade de vida de quem convive com essa condição. Entre os sintomas mais comuns, podemos apontar: 

  • Alterações de humor;
  • Sintomas depressivos;
  • Insônia ou excesso de sono;
  • Dificuldade de concentração e problemas de memória
  • Pele ressecada;
  • Cansaço e fadiga;
  • Perda de massa muscular e óssea;
  • Redução da força;
  • Aumento da gordura corporal;
  • Diminuição dos pelos corporais;
  • Diminuição dos testículos;
  • Disfunção erétil;
  • Redução da fertilidade;
  • Redução ou perda da libido.

 

Leia também::: Como melhorar a saúde sexual?

 

Andropausa tem tratamento? 

Assim como a reposição hormonal pode ajudar quem está passando pelo climatério, também existem alternativas para amenizar os sintomas da andropausa. O tratamento para esta condição também envolve estabilizar os níveis hormonais até que os sintomas sejam minimizados e, neste caso, a reposição hormonal é uma das soluções. 

Além disso, é fundamental que quem está vivendo a andropausa adote um estilo de vida saudável, com prática de atividade física regular e alimentação equilibrada. Também é importante eliminar hábitos como tabagismo e consumo excessivo de álcool. 

 

Espero que este artigo tenha ajudado você a entender mais sobre os sinais da andropausa. Se quiser saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

 

Você pode conferir mais conteúdos aqui do blog e me acompanhar também no Facebook, no Instagram e no Youtube

 

Até o próximo artigo!


Metodos-anticoncepcionais-o-que-considerar-ao-escolher-um.jpg

Como escolher um método anticoncepcional é uma dúvida bastante comum entre as mulheres. Isso acontece porque, além de existirem diversas opções disponíveis, falta informação sobre muitos destes métodos. Por exemplo: você sabe como funciona o DIU?

Mas pode ficar tranquila! A notícia boa é que, com tantas opções para você escolher, fica mais fácil encontrar uma que se adeque à sua condição de saúde e também à sua rotina. Preparei o artigo abaixo para te ajudar nessa busca! Espero que você goste. Boa leitura!

 

Contraceptivos hormonais e não hormonais: qual a diferença?

São muitas opções, porém, nem todas servem para todo mundo. Por isso, para saber como escolher um método anticoncepcional, o primeiro passo é marcar uma visita ao seu ginecologista. Assim, vocês podem avaliar juntos qual a melhor opção para você. 

Podemos dividir os métodos contraceptivos em dois grupos: os hormonais e os não hormonais. O primeiro não utiliza hormônios para cumprir o seu papel. São exemplos a camisinha masculina e a feminina, o diafragma e o dispositivo intrauterino (DIU) nas versões de cobre e prata. Todos eles funcionam como métodos de barreira, pois impedem a chegada do esperma até o óvulo. 

Além destes, também são exemplos de métodos não hormonais a tabelinha e a temperatura basal. Mas, ao contrário dos métodos de barreira, estes dependem de muitas variáveis para funcionar, por isso, podem não ser tão eficientes.

Quer saber mais sobre métodos contraceptivos não hormonais? Então clique aqui e confira um artigo que preparei para responder as suas dúvidas sobre este assunto.

Por sua vez, os métodos hormonais utilizam uma combinação de hormônios para interromper ou alterar o ciclo ovulatório, o que impede a gravidez. No entanto, estes métodos não previnem doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). São exemplos a pílula anticoncepcional, os contraceptivos injetáveis, o adesivo cutâneo, o anel vaginal e o implante contraceptivo. 

 

Como escolher um método anticoncepcional entre tantas opções?

  A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos mais conhecidos e utilizados no Brasil. Porém, você sabia que nem todo mundo pode fazer uso dela? Por isso é tão importante consultar um ginecologista antes de escolher um contraceptivo, seja você alguém que está iniciando a vida sexual ou querendo trocar de método.

No vídeo abaixo vou falar um pouco mais sobre como funciona a pílula anticoncepcional e o que você precisa saber sobre os seus efeitos.

O anticoncepcional ideal vai depender muito de fatores como sua condição genética e seu quadro de saúde. Além disso, a sua personalidade e hábitos de vida também devem ser considerados. 

Por exemplo, mulheres com histórico de trombose não deveriam fazer uso da pílula. Da mesma forma, métodos como os implantes hormonais ou o DIU podem ser mais eficientes para quem costuma esquecer de tomar a pílula. 

 

O que considerar antes de escolher um método anticoncepcional:

Se você chegou até aqui na sua leitura, já deve ter entendido que para escolher um método contraceptivo, não basta só fazer o mesmo que a sua amiga faz. Ou então ir até a farmácia e escolher alguma marca de pílula anticoncepcional. 

Essa escolha deve ser feita com muita responsabilidade e respeito pelo seu corpo, afinal, não se trata apenas de prevenir uma gravidez. O método escolhido precisa estar de acordo com o funcionamento do seu organismo, precisa respeitar a sua rotina e também é uma forma de prevenir infecções por DSTs. 

Para te ajudar, fiz uma pequena lista que pode guiar os próximos passos em busca do anticoncepcional perfeito para você. Confere só:

  • Primeiro de tudo: agende uma consulta com o seu ginecologista;
  • Pesquise em fontes confiáveis sobre as vantagens e desvantagens de cada método contraceptivo;
  • Faça uma lista com as suas dúvidas em relação aos métodos que você considera e leve para a consulta com o seu médico;
  • Você tem predisposição ou histórico de alguma doença na família? Leve também essa informação para o seu ginecologista, ela é bem importante;
  • Ao considerar o melhor método para você, pense também na sua rotina e na sua qualidade de vida. Um bom contraceptivo não pode prejudicar a sua saúde a longo prazo.
  • Se você considera um método hormonal, lembre-se que estes contraceptivos não impedem a transmissão de DSTs. Então o ideal é que sejam utilizados em conjunto com um método de barreira, como a camisinha, por exemplo. 

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a entender mais sobre como escolher um método anticoncepcional ideal para você. Se quiser saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

Você pode conferir mais conteúdos aqui do blog e me acompanhar também no Facebook, no Instagram e no Youtube

Até o próximo artigo!


Qual-e-a-relacao-entre-exercicios-fisicos-e-longevidade-saudavel-1.jpg

Você sabia que exercícios físicos e longevidade saudável estão diretamente ligados? A prática regular de atividades físicas é um dos pré-requisitos fundamentais para chegar à terceira idade com saúde, qualidade de vida e bem-estar. 

Preparei este artigo para explicar melhor essa relação e te dar alguns motivos para sair do sedentarismo e começar a cuidar mais da sua saúde agora mesmo! Vamos lá? Boa leitura!

 

Exercícios físicos e longevidade saudável: como funciona essa ligação?

Um dos temas mais estudados na medicina e em outras áreas que tratam da saúde é a ligação entre exercícios físicos e longevidade saudável. De fato, existem inúmeros estudos apontando que praticar atividade física de forma regular é tão importante para envelhecer bem quanto uma dieta equilibrada e exames preventivos.

Além disso, a combinação entre exercícios físicos e longevidade saudável não é só fundamental para a saúde do corpo. Ou seja, as atividades físicas também têm um impacto muito importante na saúde psicológica e na capacidade cognitiva do cérebro, que tende a sofrer perdas com o passar dos anos. 

Também, podemos destacar outros benefícios apontados pelas pesquisas que estudam a relação entre exercícios físicos e longevidade saudável, como:

  • Diminuição risco de complicações cardiovasculares e demência vascular;
  • Fortalecimento da memória;
  • Combate e controle de doenças crônicas;
  • Melhora na mobilidade e na capacidade funcional;
  • Controle do peso corporal;
  • Impacto positivo na saúde mental e bem-estar.

 

Mas para essa combinação maravilhosa funcionar, não adianta esperar a idade bater na porta para começar a cultivar um estilo de vida saudável. Lembre-se que as suas escolhas hoje definem a sua qualidade de vida amanhã! 

 

No vídeo a seguir eu falo um pouco mais sobre a importância de hábitos saudáveis para envelhecer com saúde. Confira.

 

Você sabe por que manter a microbiota intestinal saudável é importante cuidar da saúde e envelhecer de forma saudável? Clique aqui e descubra!

 

Menopausa, exercícios físicos e longevidade saudável

Quando falamos em longevidade saudável, estamos falando em um processo de autocuidado para que possamos viver mais e com mais qualidade. Não é apenas sobre a ausência de doenças, mas também sobre viver com disposição física, saúde mental e bem-estar. 

Mas, para algumas pessoas, ainda existe mais um fator dentro do pacote de longevidade saudável: é ela, a menopausa!

Não há como fugir da menopausa, mas essa importante fase da vida não precisa ser sinônimo de sofrimento. A menopausa traz muitas mudanças inevitáveis para o corpo e para a mente, afinal, ela marca o fim da fase reprodutiva. Mas a boa notícia é que existem inúmeros recursos para amenizar os sintomas e viver este momento com qualidade e bem-estar.

E mesmo que você ainda esteja longe da menopausa, pode começar a se preparar agora mesmo cultivando hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e, é claro, atividades físicas!

Quer saber mais sobre como menopausa, exercícios físicos e longevidade saudável se relacionam? Então confira o vídeo a seguir e descubra 5 benefícios das atividades físicas para a saúde da mulher. 

Quer se preparar para uma menopausa com qualidade de vida? Então você precisa conhecer as 3 fases do climatério e suas características. Clique aqui e confira o artigo que preparei sobre este assunto. 

 

Como começar?

Muita gente começa a cuidar da saúde e praticar atividades físicas apenas quando os primeiros sinais da idade chegam, como dores, dificuldade de mobilidade ou até alguma complicação de saúde. 

O ideal é que cuidados como exercício físico regular façam parte da nossa vida desde a infância. Porém, é claro que nunca é tarde para começar a cuidar mais de si, então se você ainda não pratica atividades físicas, nem tudo está perdido!

Antes de mais nada, o ideal é iniciar este novo hábito consultando o seu médico e realizando alguns exames para conhecer melhor a sua condição física e ter ciência de alguma condição já existente que possa exigir atenção. 

É através destes exames que um profissional poderá orientar quais exercícios são os ideais para você, e também a intensidade e regularidade com que podem ser realizados. Evite praticar atividades físicas sem orientação profissional ou avaliação médica prévia.

Mas não só de academia é feita a longevidade saudável. Além de exercícios como musculação ou corrida, mudar alguns pequenos hábitos diários também podem fazer uma diferença enorme para o corpo. Você pode, por exemplo, abandonar o elevador e usar as escadas, ou fazer pequenos trajetos caminhando ao invés de usar o carro. 

 

Espero que este artigo tenha lhe ajudado a relação entre exercícios físicos e longevidade saudável. Se você quer saber mais sobre este assunto, entre em contato comigo por aqui.

Você pode conferir mais conteúdos aqui do blog e me acompanhar também no Facebook, no Instagram e no Youtube

Até o próximo artigo!


Dra. Patricia Bretz é Ginecologista, obstetra, especialista em Oncologia Ginecológica, Endometriose, Cirurgia minimamente invasiva, Implantes hormonais e Reprodução humana

Clínica Nova Vitta - 2019. Todos os direitos reservados.